As cerimónias fúnebres do padre José Martins Júnior terão lugar no próximo domingo, 22 de junho de 2025, pelas 10h30, na Igreja da Ribeira Seca, Machico, assinalando assim os 56 anos da sua chegada a esta paróquia madeirense.
56 anos depois de chegar à paróquia
Funeral de Martins Júnior será a 22 de junho na Ribeira SecaAs cerimónias fúnebres do padre José Martins Júnior terão lugar no próximo domingo, 22 de junho de 2025, pelas 10h30, na Igreja da Ribeira Seca, Machico, assinalando assim os 56 anos da sua chegada a esta paróquia madeirense.
1938 - 2025
José Martins Júnior: o padre que serviu o povo de Deus e não (uma cert)a IgrejaDizem os seus conterrâneos que partiu “em paz, sereno, e — como sempre desejou — de pé”. Literalmente de pé, mas também, e mais importante, de pé no sentido figurado. Porque se há algo que quem conhecia bem o padre José Martins Júnior garante é que ele tinha “uma coluna vertebral inquebrável”, que sustentou toda uma vida ao serviço dos mais pobres e fragilizados, e que o ajudou a prosseguir essa missão quase sempre sob ataques e críticas, também (e sobretudo) vindas da hierarquia da Igreja Católica.
Evocação
O homem que apressou a história acreditando na Igreja que nasce do povo“O padre Martins Júnior marcou a História pela forma como desenvolveu a trajetória da Igreja que nasce do povo. Mais do que para o povo, o padre Martins faz parte dessa memória viva da Igreja a partir do povo.” [Texto de Edgar Silva]
O bispo e o seminário ocupado
Funchal e católicos divididos: as salas de aula da discórdia no pós-25 de AbrilEm 30 de Outubro de 1974, após uma reunião no ginásio do Liceu do Funchal, os estudantes decidem dirigir-se para o Seminário Menor e proceder à sua ocupação. Em causa estava o início das aulas, num edifício sem utilização, por não haver salas suficientes na escola pública. O caso dividiu os católicos e a sociedade madeirenses.
Cidadão do mundo, coração madeirense
Padre Jardim: uma vida inteira a lutar por um mundo mais justo e fraternoUma sessão evocativa do padre Agostinho Jardim Gonçalves, que morreu dia 22 de Dezembro, decorre em Lisboa na próxima segunda-feira, 27, dia em que completaria 93 anos, conforme o 7MARGENS já noticiou com pormenores. A propósito da iniciativa, publicamos a seguir um texto sobre a vida e a personalidade de Jardim Gonçalves, sobretudo na sua inserção e relação com a Igreja Católica na Madeira, de onde era natural. Os subtítulos são da responsabilidade do 7MARGENS.
7Margens/Antena 1
Qual foi o crime do “padre vermelho”?Deputado “vermelho” e autarca, o padre José Martins Júnior foi suspenso durante 44 anos das suas funções na Igreja. Mas insiste em que o seu “crime” foi, depois do 25 de Abril, ajudar as populações. Readmitido em Julho de 2019, Martins Júnior conta, nesta entrevista, como foi suspenso e diz como olha para a política e a Igreja neste momento.
Foi há 175 anos que rebentou a primeira grande perseguição religiosa que Portugal conheceu, depois da missa na Sé Catedral do Funchal. Houve fiéis protestantes mortos e centenas deles tiveram que abandonar a ilha à pressa.
56 anos depois de chegar à paróquia
Funeral de Martins Júnior será a 22 de junho na Ribeira SecaAs cerimónias fúnebres do padre José Martins Júnior terão lugar no próximo domingo, 22 de junho de 2025, pelas 10h30, na Igreja da Ribeira Seca, Machico, assinalando assim os 56 anos da sua chegada a esta paróquia madeirense.
1938 - 2025
José Martins Júnior: o padre que serviu o povo de Deus e não (uma cert)a IgrejaDizem os seus conterrâneos que partiu “em paz, sereno, e — como sempre desejou — de pé”. Literalmente de pé, mas também, e mais importante, de pé no sentido figurado. Porque se há algo que quem conhecia bem o padre José Martins Júnior garante é que ele tinha “uma coluna vertebral inquebrável”, que sustentou toda uma vida ao serviço dos mais pobres e fragilizados, e que o ajudou a prosseguir essa missão quase sempre sob ataques e críticas, também (e sobretudo) vindas da hierarquia da Igreja Católica.
Evocação
O homem que apressou a história acreditando na Igreja que nasce do povo“O padre Martins Júnior marcou a História pela forma como desenvolveu a trajetória da Igreja que nasce do povo. Mais do que para o povo, o padre Martins faz parte dessa memória viva da Igreja a partir do povo.” [Texto de Edgar Silva]
O bispo e o seminário ocupado
Funchal e católicos divididos: as salas de aula da discórdia no pós-25 de AbrilEm 30 de Outubro de 1974, após uma reunião no ginásio do Liceu do Funchal, os estudantes decidem dirigir-se para o Seminário Menor e proceder à sua ocupação. Em causa estava o início das aulas, num edifício sem utilização, por não haver salas suficientes na escola pública. O caso dividiu os católicos e a sociedade madeirenses.
Cidadão do mundo, coração madeirense
Padre Jardim: uma vida inteira a lutar por um mundo mais justo e fraternoUma sessão evocativa do padre Agostinho Jardim Gonçalves, que morreu dia 22 de Dezembro, decorre em Lisboa na próxima segunda-feira, 27, dia em que completaria 93 anos, conforme o 7MARGENS já noticiou com pormenores. A propósito da iniciativa, publicamos a seguir um texto sobre a vida e a personalidade de Jardim Gonçalves, sobretudo na sua inserção e relação com a Igreja Católica na Madeira, de onde era natural. Os subtítulos são da responsabilidade do 7MARGENS.
7Margens/Antena 1
Qual foi o crime do “padre vermelho”?Deputado “vermelho” e autarca, o padre José Martins Júnior foi suspenso durante 44 anos das suas funções na Igreja. Mas insiste em que o seu “crime” foi, depois do 25 de Abril, ajudar as populações. Readmitido em Julho de 2019, Martins Júnior conta, nesta entrevista, como foi suspenso e diz como olha para a política e a Igreja neste momento.
Foi há 175 anos que rebentou a primeira grande perseguição religiosa que Portugal conheceu, depois da missa na Sé Catedral do Funchal. Houve fiéis protestantes mortos e centenas deles tiveram que abandonar a ilha à pressa.
Padre da Obra da Rua morreu
Telmo Ferraz (1925-2026), cem anos a espalhar profecia novidadeO padre Telmo Ferraz, da Obra da Rua, celebra cem anos de vida e missão. Membro do clero da Diocese de Bragança-Miranda, nasceu no Mogadouro a 25 de novembro de 1925 e começou cedo o seu sacerdócio de rebeldia e compromisso social. Denunciava a tragédia humanitária provocada pelas condições péssimas em que viviam quantos davam a vida na construção de barragens naquele Trás-os-Montes longínquo e abandonado dos anos 1950. [Texto de Tony Neves]
Em Nova Iorque
Contra a corrida ao armamento e o ódio online, Santa Sé coloca dignidade humana no centro assembleia da ONU novidadeA saúde, a educação e a segurança alimentar não devem ser sacrificadas em favor do aumento dos gastos militares. O apelo foi deixado pelo arcebispo Christophe Zakhia El-Kassis, observador permanente da Santa Sé junto das Nações Unidas, durante a 81.ª sessão da Assembleia Geral da ONU.
Exéquias este sábado
Morreu António Vitalino, bispo emérito de Beja, aos 84 anos novidadeAntónio Vitalino Dantas, bispo emérito de Beja, morreu esta sexta-feira, 9 de outubro, aos 84 anos, no Hospital de Braga. As exéquias estão marcadas para este sábado, 10 de outubro, com missa às 16h00, na igreja Matriz de Parada de Gatim.
[Arquipélago Jerusalém]
Logo ao sair da água, viu os céus rasgarem-se … novidadeAcordamos e consultamos as notícias e fica a impressão que o mundo está muito desarrumado e que somos impotentes para o modificar; que pouco podemos fazer contra a ideologia trumpista, putinista e xijinpinguista – que mistura consumismo e força bruta: preciso de poder comprar o que quero e, se não puder comprar, posso tomá-lo à força. A propaganda alcança o seu fim quando já dispensamos o propagandista e passamos nós próprios a repeti-la. [Texto de Mendo Castro Henriques].
7MARGENS é um jornal digital
de Religiões, Espiritualidades e Culturas
Propriedade de Associação Porta 18 [ACSFL]
R. da Páscoa, 12 – R/C Dtº – 1250-179 Lisboa | NIPC: 514 876 905
Redação Lisboa: Largo da Luz, 11, 1600-764 LISBOA
IBAN: PT50 0035 0675 0004 6941 7308 1 (CGD)
O 7MARGENS aceita e incentiva a colaboração escrita, em vídeo ou audio dos seus leitores.
Reserva-se o direito de os difundir ou não e aconselha que os textos não excedam os 4.000 caracteres.