A afirmação do bispo auxiliar de Lisboa, Américo Aguiar, de que os colaboradores e voluntários da organização da Jornada Mundial da Juventude têm de apresentar o seu registo criminal foi acolhida com perplexidade e “tristeza” por alguns agentes da pastoral penitenciária e reclusos, que consideram essa exigência “incoerente” com os princípios cristãos.








