Foi uma das primeiras mulheres suíças a ser médica; nasceu protestante mas aos 38 anos tornou-se católica; pensou duas vezes no suicídio e acabou a ser considerada mística; escolheu como director espiritual o teólogo Hans Urs von Balthasar, considerado um dos maiores teólogos do século XX, mas este escreveu que a obra dela era “bastante mais importante do que” a sua própria.






