“O que encontramos assusta-me: desilusão, depressão, crise existencial, perda de identidade, fim da relação entre presbíteros, perda de confiança na instituição e na hierarquia.” O diagnóstico cáustico é feito ao 7MARGENS pelo padre inglês Barry O’Sullivan, 61 anos, da diocese de Manchester, que estudou o impacto dos abusos sexuais entre os padres não abusadores.








