Nós somos aqueles que o Papa amou. Aqueles de quem ninguém falava, de quem ninguém queria saber, de quem ninguém se lembrava das dores, sofrimentos e arrependimentos. Mas um dia chegaste, Francisco. Atravessaste os nossos muros frios, tornaste-os vidros transparentes e o mundo viu-nos, lembrou-se de nós, os descartados da sociedade. [Texto de Lígia Pires].












