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Rituais de mesa: da Última Ceia às práticas contemporâneas de partilha

Entre Margens

Rituais de mesa: da Última Ceia às práticas contemporâneas de partilha

A mesa acompanha a humanidade desde sempre. É lugar de alimento, mas também de encontro, de construção de laços e de definição de pertenças. Sentar-se juntos para comer não é apenas satisfazer uma necessidade biológica: é partilhar tempo, histórias, memórias e identidades. À volta da mesa decidem-se alianças e celebram-se festas; também se revelam exclusões e fronteiras. [Texto de Dália Fernandes].

Um programa para as universidades sénior: encher o «empty role»

Um programa para as universidades sénior: encher o «empty role»

Estudo recente parece concluir que os mais velhos tendem a olhar com alguma condescendência para os jovens profissionais com que contracenam diariamente. Digo de propósito: contracenam. Por uma razão prosaicamente sociológica. [Texto de João Santos]

Sessões de partilha apoiam cuidadores informais em Lisboa

Até março de 2025

Sessões de partilha apoiam cuidadores informais em Lisboa

O Espaço ComVida, um projeto-piloto da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa em São Domingos de Benfica, e o Instituto São João de Deus uniram-se para dinamizar sessões de partilha destinadas a cuidadores informais. A iniciativa decorre até março do próximo ano, depois do primeiro encontro ter sido realizado no passado dia 8 de julho.

A exuberância da morte

A exuberância da morte

Por isso, a morte é sedutora, na medida em que nos recorda esta vida partilhada. Por isso é que podemos falar numa exuberância da morte: ela própria fala-nos da exuberância das relações de amizade, paternidade ou filiação. Isto é, fala-nos da exuberância da vida.

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A mesa acompanha a humanidade desde sempre. É lugar de alimento, mas também de encontro, de construção de laços e de definição de pertenças. Sentar-se juntos para comer não é apenas satisfazer uma necessidade biológica: é partilhar tempo, histórias, memórias e identidades. À volta da mesa decidem-se alianças e celebram-se festas; também se revelam exclusões e fronteiras. [Texto de Dália Fernandes].

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Por isso, a morte é sedutora, na medida em que nos recorda esta vida partilhada. Por isso é que podemos falar numa exuberância da morte: ela própria fala-nos da exuberância das relações de amizade, paternidade ou filiação. Isto é, fala-nos da exuberância da vida.

Últimas Notícias

Últimas Notícias

Jesus salva-nos de nós mesmos

[Entre Margens]

Jesus salva-nos de nós mesmos novidade

Uma das mais profundas obras de salvação realizadas por Jesus consiste em libertar-nos não apenas do pecado e da morte, mas também das falsas imagens que construímos acerca de Deus. Muitas vezes, consciente ou inconscientemente, projectamos sobre Deus os nossos medos, inseguranças e formas humanas de exercer o poder. [Texto de Vítor Rafael].

Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba

Ano jubilar-800 anos da morte (8)

Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba novidade

O Papa Leão XIV proclamou, desde 10 de janeiro e até final deste ano, um ano jubilar assinalando os 800 anos da morte de Francisco de Assis, ocorrida em 3 de outubro de 1226 – a festa litúrgica é assinalada dia 4. Com esse pretexto, o 7MARGENS publica, até final do ano, nos dias 3 ou 4 de cada mês, uma série de dez textos da autoria de frei Isidro Lamelas, da Ordem dos Frades Menores, professor de Teologia. Este é o oitavo texto da série.

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