Se as questões ecológicas a todos dizem respeito – das instâncias políticas ao cidadão comum – os cristãos, precisamente porque vinculados no modelo de serviço d’Aquele que os congrega, devem assumir as exigências que decorrem da actual fragilidade do planeta como incumbência da sua missão no mundo: um mandato de cuidado pelos bens e pelos outros em vista à promoção do desenvolvimento sustentável, do bem comum e da qualidade de vida de todos.







