A opção preferencial pelos pobres e vulneráveis está, sem dúvida, amplamente atestada nos evangelhos. Do início ao fim daqueles quatro pequenos, mas sublimes livros, Jesus toma claramente o partido dos mais fracos numa sociedade em que não era possível sequer sonhar com o mais ínfimo equilíbrio de forças. Uma casta de privilegiados ocupava os lugares cimeiros, dominando assim tanto no plano político, como no plano económico e religioso. [Texto de Jorge Paulo].












