O cardeal Gerhard Müller, ex-prefeito da Congregação (agora Dicastério) para a Doutrina da Fé, sublinhou, na apresentação de um livro em Itália, que, “para bem da unidade da Igreja, é preferível que o passo atrás que Ratzinger deu em 2013 não se repita – a demissão de um papa pode ser justificável mas “apenas em casos muito, muito extremos e, em todo o caso, não pode tornar-se a regra para o futuro”.





