Era bom que todos entendessem que a presente situação pode ser ainda pior do ponto de vista emocional do que uma guerra, pelo menos num aspecto. É que a guerra implica um inimigo a combater, com um rosto, uma intenção e uma identidade, contra quem se podem dirigir as nossas energias, o que não é possível numa pandemia causada por um vírus que não se vê a olho nu e cuja presença não se sente nem percepciona.





