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Perguntar ofende?

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Não era, afinal (e obviamente!), a Última Ceia. Os artistas que conceberam a abertura dos Jogos Olímpicos de Paris procuraram, naquele quadro, evocar o Olimpo. Não passou isso pela cabeça de muitos. Precipitaram-se a denunciar a blasfémia. Como era possível parodiar, aviltar a Última Ceia sentando naquela mesa sagrada drag queens? [Artigo de Ana Nunes de Almeida]

E a imaginação?

E a imaginação?

A diretora de comunicação dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2024 pediu desculpas aos escandalizados com a suposta representação da Última Ceia. O diretor artístico da cerimónia de abertura identificou o diálogo que estabeleceu com uma pintura que não a de Da Vinci. Para lá das obrigações de cortesia institucional, faz sentido um pedido de desculpas ou a identificação de um referente da pintura clássica aparentemente mais neutro nos dias de hoje? Há como ser neutro? [Texto de Maria do Sameiro Pedro]

E a imaginação?

“Também se pode rir de Deus?”

A Conferência Episcopal Francesa manifestou o seu desagrado por a cerimónia de abertura dos Jogos Olímpicos ter incluído aquilo que designou como “cenas de escárnio e zombaria do cristianismo”: a suposta recriação da Última Ceia com Jesus e os discípulos, representados por drag queens. Confesso que não consigo entender o escândalo. Não somos todos humanos? Não somos todos filhos de Deus? [Texto de Maria do Sameiro Pedro]

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Não era, afinal (e obviamente!), a Última Ceia. Os artistas que conceberam a abertura dos Jogos Olímpicos de Paris procuraram, naquele quadro, evocar o Olimpo. Não passou isso pela cabeça de muitos. Precipitaram-se a denunciar a blasfémia. Como era possível parodiar, aviltar a Última Ceia sentando naquela mesa sagrada drag queens? [Artigo de Ana Nunes de Almeida]

E a imaginação?

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A diretora de comunicação dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2024 pediu desculpas aos escandalizados com a suposta representação da Última Ceia. O diretor artístico da cerimónia de abertura identificou o diálogo que estabeleceu com uma pintura que não a de Da Vinci. Para lá das obrigações de cortesia institucional, faz sentido um pedido de desculpas ou a identificação de um referente da pintura clássica aparentemente mais neutro nos dias de hoje? Há como ser neutro? [Texto de Maria do Sameiro Pedro]

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“Também se pode rir de Deus?”

A Conferência Episcopal Francesa manifestou o seu desagrado por a cerimónia de abertura dos Jogos Olímpicos ter incluído aquilo que designou como “cenas de escárnio e zombaria do cristianismo”: a suposta recriação da Última Ceia com Jesus e os discípulos, representados por drag queens. Confesso que não consigo entender o escândalo. Não somos todos humanos? Não somos todos filhos de Deus? [Texto de Maria do Sameiro Pedro]

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Jesus salva-nos de nós mesmos

[Entre Margens]

Jesus salva-nos de nós mesmos novidade

Uma das mais profundas obras de salvação realizadas por Jesus consiste em libertar-nos não apenas do pecado e da morte, mas também das falsas imagens que construímos acerca de Deus. Muitas vezes, consciente ou inconscientemente, projectamos sobre Deus os nossos medos, inseguranças e formas humanas de exercer o poder. [Texto de Vítor Rafael].

Último desejo de Francisco: os bolinhos da amiga Jacoba

Ano jubilar-800 anos da morte (8)

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O Papa Leão XIV proclamou, desde 10 de janeiro e até final deste ano, um ano jubilar assinalando os 800 anos da morte de Francisco de Assis, ocorrida em 3 de outubro de 1226 – a festa litúrgica é assinalada dia 4. Com esse pretexto, o 7MARGENS publica, até final do ano, nos dias 3 ou 4 de cada mês, uma série de dez textos da autoria de frei Isidro Lamelas, da Ordem dos Frades Menores, professor de Teologia. Este é o oitavo texto da série.

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