Não era, afinal (e obviamente!), a Última Ceia. Os artistas que conceberam a abertura dos Jogos Olímpicos de Paris procuraram, naquele quadro, evocar o Olimpo. Não passou isso pela cabeça de muitos. Precipitaram-se a denunciar a blasfémia. Como era possível parodiar, aviltar a Última Ceia sentando naquela mesa sagrada drag queens? [Artigo de Ana Nunes de Almeida]







