“Putin ignora uma herança religiosa exclusivamente ucraniana que transcende as instituições da Igreja”, defende Kathryn David, especialista na história da Ucrânia soviética e da Rússia.
Ensaio
Quando Putin diz que a Rússia e a Ucrânia partilham a fé, está a deixar de fora boa parte da história“Putin ignora uma herança religiosa exclusivamente ucraniana que transcende as instituições da Igreja”, defende Kathryn David, especialista na história da Ucrânia soviética e da Rússia.
Apelo a patriarca Cirilo
Religiosos de Jerusalém pedem paz. Guerra é “blasfémia”, dizem cristãosUm grupo de líderes religiosos de Jerusalém uniu-se para uma oração pela paz na Ucrânia, apelando à intervenção do patriarca Cirilo de Moscovo, junto do Governo russo, para travar a guerra. Enquanto isso, cristãos europeus criticaram a “agressão”, afirmando que usar a religião nesta guerra é “blasfémia”.
Teólogos ortodoxos sobre Ucrânia
“Repreendemos aqueles que oram pela paz enquanto falham em fazer a paz”Mais de 500 teólogos, presbíteros e académicos de todo o mundo e de várias denominações cristãs, na grande maioria ortodoxos, já assinaram um texto, sob o título “uma Declaração sobre o Ensino do ‘Mundo Russo’ (Russkii Mir)”, no qual criticam de forma dura “a invasão russa da Ucrânia em 24 de fevereiro de 2022”, apresentando-a como “uma ameaça histórica para um povo de tradição cristã ortodoxa”.
Ensaio: Dois livros
Da impossibilidade da paz. A guerra molda a humanidadeA invasão da Ucrânia pela Rússia abre um capítulo novo na Europa do pós-Guerra. Pela primeira vez, desde o fim da Segunda Guerra Mundial, um Estado soberano é invadido por outro, com o poder russo a pretender aniquilar o país vizinho – Vladimir Putin disse que “a Ucrânia moderna é uma criação da Rússia”. Este novo capítulo de guerra tem como principal consequência uma militarização acentuada da Europa. Um ensaio a partir de dois livros.
Ensaio
Quando Putin diz que a Rússia e a Ucrânia partilham a fé, está a deixar de fora boa parte da história“Putin ignora uma herança religiosa exclusivamente ucraniana que transcende as instituições da Igreja”, defende Kathryn David, especialista na história da Ucrânia soviética e da Rússia.
Apelo a patriarca Cirilo
Religiosos de Jerusalém pedem paz. Guerra é “blasfémia”, dizem cristãosUm grupo de líderes religiosos de Jerusalém uniu-se para uma oração pela paz na Ucrânia, apelando à intervenção do patriarca Cirilo de Moscovo, junto do Governo russo, para travar a guerra. Enquanto isso, cristãos europeus criticaram a “agressão”, afirmando que usar a religião nesta guerra é “blasfémia”.
Teólogos ortodoxos sobre Ucrânia
“Repreendemos aqueles que oram pela paz enquanto falham em fazer a paz”Mais de 500 teólogos, presbíteros e académicos de todo o mundo e de várias denominações cristãs, na grande maioria ortodoxos, já assinaram um texto, sob o título “uma Declaração sobre o Ensino do ‘Mundo Russo’ (Russkii Mir)”, no qual criticam de forma dura “a invasão russa da Ucrânia em 24 de fevereiro de 2022”, apresentando-a como “uma ameaça histórica para um povo de tradição cristã ortodoxa”.
Ensaio: Dois livros
Da impossibilidade da paz. A guerra molda a humanidadeA invasão da Ucrânia pela Rússia abre um capítulo novo na Europa do pós-Guerra. Pela primeira vez, desde o fim da Segunda Guerra Mundial, um Estado soberano é invadido por outro, com o poder russo a pretender aniquilar o país vizinho – Vladimir Putin disse que “a Ucrânia moderna é uma criação da Rússia”. Este novo capítulo de guerra tem como principal consequência uma militarização acentuada da Europa. Um ensaio a partir de dois livros.
[Entre Margens]
A consciência da consciência revela-nos o saber dentro do não-saber novidadeCom efeito, o sentido do mistério absoluto que a vida é começa com a consciência da consciência. A própria filosofia, de resto, começa com a consciência da consciência. É que, com a consciência da consciência, o homem desperta, assombrado, para a realidade misteriosa e radical da sua própria existência, e da Existência enquanto tal, como um todo. [Texto de Rúben Azevedo].
Mensagem da CEP
Bispos querem uma “nova era missionária” e apontam Portugal como “terra de missão”A Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) considera que o centenário do Dia Mundial das Missões, que a Igreja celebrará no próximo dia 18 de outubro, deve ser ocasião para renovar o compromisso missionário e reconhecer que a missão não acontece apenas em terras distantes.
Esta terça-feira, 7 outubro
“Sem trabalho digno não há vida digna”: Movimento de Trabalhadores Cristãos dinamiza videoconferênciaA Liga Operária Católica/ Movimento de Trabalhadores Cristãos assinala esta terça-feira, 7 de outubro, o Dia Mundial pelo Trabalho Digno com uma videoconferência sobre “Trabalho Digno/Código Laboral”. A sessão, com início marcado para as 21h00 e de participação livre, terá como oradores Mafalda Troncho, diretora do Escritório da Organização Internacional do Trabalho em Portugal, e Ulisses Garrido, sociólogo e especialista em relações laborais.
[Entre Margens]
Um 7 de Outubro por Delphine HorvilleurNão sei se a carta de «calorosas felicitações» do Secretário-Geral da ONU ao Presidente do Irão, por ocasião da celebração do bonito Dia Nacional da Revolução Islâmica compara bem com a sua tentativa de contextualização histórica do ataque terrorista de 7 de Outubro de 2023, perpetrado pelo Hamas. Mas recorda-me um título e um autor. [Texto de João Santos].
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