Num mundo global, aberto, não-coercivo e cosmopolita, os alicerces de uma sociedade que se queira coesa não se fazem só com um passado social que se possa considerar comum. Não basta mencionar aqui e ali Vasco da Gama ou Cristóvão Colombo, Humberto Delgado ou Adolfo Suárez. As sociedades modernas sobrevivem baseando-se na confiança, num conjunto de relações entre as diferentes formas do Estado, as instituições independentes e os cidadãos.





