Beatriz B. foi “atempadamente notificada” para abandonar a cave onde vivia ilegalmente, diz a Câmara de Loures para justificar o despejo da jovem mãe e dos seus dois filhos. A visada e a Comissão Justiça, Paz e Ecologia da Conferência dos Institutos Religiosos de Portugal contestam essa versão dos factos.












