
Martin Griffiths visitou na Turquia um centro da ONU no qual se encontrou com refugiados sírios, como Mohammed, de 23 anos, que chegou a território turco quando criança e teve de trabalhar num restaurante para ajudar a família. Foto reproduzida da conta de Twitter de Griffiths.
Há 13,4 milhões de sírios que vivem no país e precisam de assistência, revelou o gabinete humanitário da ONU, pedindo um “maior acesso” e “financiamento expandido” para melhor ajudá-los.
No final de uma visita de sete dias à Síria, Líbano e Turquia — naquela que foi a sua primeira missão oficial na região desde que assumiu a função de coordenador de Ajuda de Emergência da ONU — o subsecretário-geral para os Assuntos Humanitários, Martin Griffiths, enfatizou no sábado que “a ONU precisa de ser capaz de chegar às pessoas que dependem da sua ajuda, tanto na Turquia como no interior da Síria”.
“Os [agentes] humanitários e doadores devem manter a Síria no topo da agenda coletiva para evitar que uma geração inteira fique perdida”, sublinhou Martin Griffiths.
Em reuniões mantidas com o ministro dos Negócios Estrangeiros sírio, o subsecretário-geral enfatizou a necessidade de expandir o acesso humanitário, proteger os civis e ajudar os sírios a criarem um futuro para si próprios.
A visita coincidiu com a primeira operação humanitária no noroeste da Síria desde 2017, que Griffiths saudou como um passo importante para alcançar mais pessoas necessitadas com assistência urgente.









