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protestos no irao contra morte de Masha Amini foto redes sociais

Esta sexta-feira em Lisboa

Vigília de apoio aos que se manifestam no Irão

| 08/12/2022

protestos no irao contra morte de Mahsa Amini foto redes sociais

A morte de Mahsa Amini marcou o início de uma onda de protestos no Irão contra o regime. Foto das redes sociais.

 

A Amnistia Internacional (AI) portuguesa e a Kolbeh – Comunidade Iraniana Portuguesa vão realizar uma vigília de apoio a todas as pessoas que se manifestam pacificamente no Irão e que continuam a atuar em defesa da liberdade. Este gesto terá lugar esta sexta-feira, dia 9, pelas 19h00, em Lisboa, na Praça do Município.

“A repressão violenta que se sente no Irão, sustentada pela impunidade da atuação das autoridades nacionais, tem culminado em milhares de detenções, mas também no uso da pena de morte como uma ferramenta de silenciamento”, anota Pedro A. Neto, diretor executivo da Amnistia Internacional – Portugal, citado num comunicado da organização de defesa de direitos humanos. 

“Com esta vigília, queremos aplaudir a coragem dos manifestantes que saem à rua no Irão, que arriscam a sua liberdade e a sua vida em prol de um futuro que respeite os direitos humanos, onde a liberdade de expressão e reunião pacífica possa também ser uma realidade. Queremos mostrar que nos mantemos atentos e que seguiremos juntos e comprometidos pela proteção dos direitos humanos no país”, relembra Pedro A. Neto.

De acordo com essa nota, durante a vigília, a Amnistia Internacional vai convidar todos aqueles que participarem a gravar um “vídeo em solidariedade com os milhares de manifestantes em perigo no Irão e a partilhá-lo nas suas redes sociais”, marcando os perfis da Amnistia Internacional – Portugal (amnistiapt no Instagram) e da Kolbeh – Comunidade Iraniana Portuguesa (liberty4iran.pt no Instagram).

Segundo a AI, o convite para participação nesta vigília foi dirigido também ao Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, ao primeiro-ministro, António Costa, ao ministro dos Negócios Estrangeiros, João Gomes Cravinho, ao presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, aos vários grupos parlamentares e aos dois deputados únicos.

 

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