Plano Nacional de Leitura, Plano Nacional de Cinema, Plano Nacional das Artes… poderiam ser “terrenos férteis” para a reflexão e criatividade na escola, mas parece que a arte entra nela sempre e apenas “como decoração, não como pensamento”. Quem o diz é Luís Francisco Marques no episódio desta semana do podcast Entre o Quadro e o Mundo.
De acordo com o autor e professor, “a escola não escolhe a liberdade, escolhe a uniformização”. Nela, raramente alguém “ousa explorar as margens”, isto é, os espaços para a criatividade. Espaços estes que até já existem, mas “continuam ignorados”, alerta.
Para Luís Francisco Marques, que publicou já vários textos no 7MARGENS, não há dúvidas de que “a escola pede criatividade, mas organiza o tempo como se tivesse medo dela” e há motivos que o explicam. É também sobre eles que aqui reflete.
Este programa está a ser transmitido às sextas-feiras na Rádio Regional do Centro, e é cedido pelo autor e pela RRC ao 7MARGENS.
Uma reflexão para escutar a seguir.










