Dossiês
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Compensações financeiras
Vítimas de abusos sexuais vão queixar-se dos bispos à Santa Sé
Várias vítimas de abusos sexuais no âmbito da Igreja Católica em Portugal estão a ponderar enviar uma queixa para o Vaticano, depois de terem recebido as cartas a anunciar os valores de compensação financeira. Em causa, estão os valores fixados, bem como os procedimentos para os estabelecer.
Promovido pelo grupo sinodal
“Abusos (d)e poder na Igreja e fora dela” – debate em Braga
“Abusos (d)e poder na Igreja e fora dela” é a problemática que estará no centro de um encontro aberto, que se realiza em Braga, nesta sexta-feira, dia 27, à noite, promovido pelo grupo sinodal “Nós entre nós”.
Assembleia começa no Vaticano
É possível a sinodalidade quando se perdeu a confiança? E a sinodalidade é um erro?
Perante uma centena e meia de outros jovens, Sara Paci, francesa de 20 anos, tem uma pergunta simples: “É possível a sinodalidade quando se perdeu a confiança?” Quatro dias depois, a pouca distância daquele local, outra centena e meia de pessoas, na maioria mais velhas, reúne-se para uma sessão em que o Sínodo que nesta quarta-feira, 4, se inicia em Roma e o Papa Francisco são o alvo das críticas.
Novo cardeal Américo Aguiar
Igreja deve continuar “esforço” para ser “exemplar” no tema dos abusos
O novo bispo de Setúbal, que neste sábado será formalmente investido no Vaticano como cardeal, considerou nesta sexta-feira que a Igreja Católica em Portugal “tem de fazer um esforço diário” para “continuar a ser exemplar” na questão dos abusos sexuais.
Comissão do Vaticano reconhece
Há uma resistência institucional ao combate aos abusos da Igreja
Num documento particularmente vigoroso, em que convoca para a ação urgente, a Comissão Pontifícia para a Proteção de Menores (CPPM) denuncia a continuação dos casos de abuso, o encobrimento e a má-gestão por parte dos responsáveis da Igreja Católica e solicita aos novos cardeais e aos membros do Sínodo sobre a Sinodalidade que incluam esta matéria nos trabalhos prestes a iniciar-se.
Análise
Abusos: a Igreja Católica parou no meio do caminho
O caso Rupnik levanta problemáticas que, de um modo geral, a Igreja tem escamoteado e que se relacionam com o abuso de pessoas adultas, especialmente mulheres e, em particular religiosas. Por um lado, o atual quadro normativo eclesiástico fala sempre, a propósito de vítimas de abusos, de “crianças e outras pessoas vulneráveis”. Mas tudo depende do conceito de pessoas vulneráveis com que se opera.
Os estragos de Rupnik (3)
Comunidade Loyola: ninguém na Igreja acolheu e escutou as vítimas
As vítimas da violência, incluindo sexual, do padre Marko Rupnik e as vítimas do poder e espirituais da irmã Ivanka Hosta, ambos profundamente envolvidos na trajetória de 40 anos da Comunidade Loyola, aguardam aquilo em que a Igreja Católica não pode falhar, mas tem falhado: escuta, acolhimento e reparação.
Os estragos do padre Rupnik (2)
Comunidade Loyola: um sistema montado para vigiar, punir e abusar
A existência canónica da Comunidade Loyola é reconhecida em 1994, mas nessa altura havia já um percurso de cerca de dez anos atribulados em que se combinam a busca do carisma, a adesão de mulheres, umas mais entusiasmadas do que outras, e uma prática de abusos espirituais e sexuais por parte daquele que fez as vezes da superiora – o padre jesuíta esloveno Marko Ivan Rupnik.
56 denúncias de vítimas em quatro meses
Grupo Vita promove capacitação sobre abusos
O Grupo Vita recebeu já 56 pedidos de ajuda por parte de “sobreviventes de violência sexual”, nos primeiros quatro meses de trabalho, informou aquela estrutura autónoma criada em Abril último pela Conferência Episcopal Portuguesa para apoiar e desenvolver acções no sentido do acolhimento e acompanhamento de vítimas de abuso.
Promovido pelo grupo sinodal
“Abusos (d)e poder na Igreja e fora dela” – debate em Braga
“Abusos (d)e poder na Igreja e fora dela” é a problemática que estará no centro de um encontro aberto, que se realiza em Braga, nesta sexta-feira, dia 27, à noite, promovido pelo grupo sinodal “Nós entre nós”.
Assembleia começa no Vaticano
É possível a sinodalidade quando se perdeu a confiança? E a sinodalidade é um erro?
Perante uma centena e meia de outros jovens, Sara Paci, francesa de 20 anos, tem uma pergunta simples: “É possível a sinodalidade quando se perdeu a confiança?” Quatro dias depois, a pouca distância daquele local, outra centena e meia de pessoas, na maioria mais velhas, reúne-se para uma sessão em que o Sínodo que nesta quarta-feira, 4, se inicia em Roma e o Papa Francisco são o alvo das críticas.
Novo cardeal Américo Aguiar
Igreja deve continuar “esforço” para ser “exemplar” no tema dos abusos
O novo bispo de Setúbal, que neste sábado será formalmente investido no Vaticano como cardeal, considerou nesta sexta-feira que a Igreja Católica em Portugal “tem de fazer um esforço diário” para “continuar a ser exemplar” na questão dos abusos sexuais.
Comissão do Vaticano reconhece
Há uma resistência institucional ao combate aos abusos da Igreja
Num documento particularmente vigoroso, em que convoca para a ação urgente, a Comissão Pontifícia para a Proteção de Menores (CPPM) denuncia a continuação dos casos de abuso, o encobrimento e a má-gestão por parte dos responsáveis da Igreja Católica e solicita aos novos cardeais e aos membros do Sínodo sobre a Sinodalidade que incluam esta matéria nos trabalhos prestes a iniciar-se.
Análise
Abusos: a Igreja Católica parou no meio do caminho
O caso Rupnik levanta problemáticas que, de um modo geral, a Igreja tem escamoteado e que se relacionam com o abuso de pessoas adultas, especialmente mulheres e, em particular religiosas. Por um lado, o atual quadro normativo eclesiástico fala sempre, a propósito de vítimas de abusos, de “crianças e outras pessoas vulneráveis”. Mas tudo depende do conceito de pessoas vulneráveis com que se opera.
Os estragos de Rupnik (3)
Comunidade Loyola: ninguém na Igreja acolheu e escutou as vítimas
As vítimas da violência, incluindo sexual, do padre Marko Rupnik e as vítimas do poder e espirituais da irmã Ivanka Hosta, ambos profundamente envolvidos na trajetória de 40 anos da Comunidade Loyola, aguardam aquilo em que a Igreja Católica não pode falhar, mas tem falhado: escuta, acolhimento e reparação.
Os estragos do padre Rupnik (2)
Comunidade Loyola: um sistema montado para vigiar, punir e abusar
A existência canónica da Comunidade Loyola é reconhecida em 1994, mas nessa altura havia já um percurso de cerca de dez anos atribulados em que se combinam a busca do carisma, a adesão de mulheres, umas mais entusiasmadas do que outras, e uma prática de abusos espirituais e sexuais por parte daquele que fez as vezes da superiora – o padre jesuíta esloveno Marko Ivan Rupnik.
56 denúncias de vítimas em quatro meses
Grupo Vita promove capacitação sobre abusos
O Grupo Vita recebeu já 56 pedidos de ajuda por parte de “sobreviventes de violência sexual”, nos primeiros quatro meses de trabalho, informou aquela estrutura autónoma criada em Abril último pela Conferência Episcopal Portuguesa para apoiar e desenvolver acções no sentido do acolhimento e acompanhamento de vítimas de abuso.
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