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Os pontos nos ii sobre o eterno problema dos abusos sexuais

Os pontos nos ii sobre o eterno problema dos abusos sexuais

A análise sociológica dirá que a JMJ se esgota em si mesma. Mas entretanto, há uma imensa alegria no ar, formidável, magnífica, contagiante, extremamente comovente pela esperança que transporta, algo ingénua mas tão-tão real que mobiliza a cidade e os cidadãos. Acredito que mau grado as referidas debilidades, algumas sementes há, e flores haverão. Como prescindir da esperança?

Três cartazes “para que ninguém se esqueça” das vítimas de abusos na Igreja

Perto de 300 pessoas financiaram

Três cartazes “para que ninguém se esqueça” das vítimas de abusos na Igreja

Uma designer teve a ideia, fez a arte inicial e partilhou no Twitter, outro utilizador sugeriu que se criasse um outdoor, financiado numa campanha de crowdfunding. O objetivo inicial para um cartaz foi atingido em apenas três horas, e no fim o contributo de perto de 300 pessoas vai permitir a instalação de três outdoors como o da imagem acima, em Lisboa, Oeiras e Loures. O objetivo? Durante a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), “lutar contra o apagar das vítimas da agenda mediática, focada na celebração da instituição [a Igreja Católica Portuguesa] que as remete ao silêncio”, anuncia o site entretanto criado.

Cem jovens a caminho da JMJ sobem à montanha mais alta do país

Um Pacto assinado no Pico

Cem jovens a caminho da JMJ sobem à montanha mais alta do país

A caminho da Jornada Mundial da Juventude, 94 jovens açorianos sobem nesta segunda-feira à noite ao ponto mais alto do país, a montanha do Pico, na ilha açoriana do Pico. É a 2351 metros de altitude, com o nascer do sol como pano de fundo, que vai acontecer uma missa de envio na qual vão estar presentes jovens de seis ilhas da região autónoma dos Açores, com o bispo da diocese de Angra, que preside à missa de envio, celebrada ao nascer do sol de terça-feira, 25 de Julho.

A teia de aranha

[O flagelo que não acaba – X]

A teia de aranha

Ainda há pessoas a quem lhes custa acreditar que a realidade dos abusos seja verdadeira; outras gostariam que estas coisas não se tornassem públicas, porque o que não se sabe não existe e é melhor não saber; e outras negam absolutamente que isso aconteça e veem isto como um ataque à Igreja. [A opinião de Cristina Inogés-Sanz]

Os pontos nos ii sobre o eterno problema dos abusos sexuais

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A análise sociológica dirá que a JMJ se esgota em si mesma. Mas entretanto, há uma imensa alegria no ar, formidável, magnífica, contagiante, extremamente comovente pela esperança que transporta, algo ingénua mas tão-tão real que mobiliza a cidade e os cidadãos. Acredito que mau grado as referidas debilidades, algumas sementes há, e flores haverão. Como prescindir da esperança?

Três cartazes “para que ninguém se esqueça” das vítimas de abusos na Igreja

Perto de 300 pessoas financiaram

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A teia de aranha

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Ainda há pessoas a quem lhes custa acreditar que a realidade dos abusos seja verdadeira; outras gostariam que estas coisas não se tornassem públicas, porque o que não se sabe não existe e é melhor não saber; e outras negam absolutamente que isso aconteça e veem isto como um ataque à Igreja. [A opinião de Cristina Inogés-Sanz]

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