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Artigos de Nuno Caiado
Duas pérolas

[Entre Margens]

Duas pérolas

Senhores e senhores, apresentam-se de seguida duas pérolas, retiradas de um caderninho designado “Pérolas de Maio”. Como decerto o leitor concordará, trata-se de pérolas de qualidade indiscutível, embora de natureza muito distinta. [Texto de Nuno Caiado]

Duas pérolas

[Entre Margens]

Décadas de quê? De atavismo

Escrevo de rajada, e possivelmente menos bem, porque fui assaltado por uma certa urgência depois de ler o boletim de Janeiro da paróquia de Santa Isabel – Lisboa, aonde fui à missa antecipada. Nele vem anunciado o habitual ciclo de encontros de Janeiro sob o lema “Discípulos de Jesus na Cidade.” Interessou-me em particular o quarto e último encontro no dia 29 de Janeiro, quinta-feira, com o atractivo título “Para uma pastoral urbana em Lisboa”. [Texto Nuno Caiado].

Duas pérolas

[Entre Margens]

De humilhação em humilhação

Escrevo-não-escrevo-escrevo-não-escrevo. Não-escrevo. Ou talvez escreva, afinal escrevo. Escrevo porque é saudável evacuar as humilhações, a elas e às suas sombras, que são as tristezas. Ficar a remoê-las faz mal à alma, e o que faz mal à alma repercute-se no corpo, e vice-versa, aliás. Não recomendo. [Texto de Nuno Caiado].

Seria um seminário feliz? – Sobre o livro “Pinheiros, Oliveiras e Castanheiros”

Memórias

Seria um seminário feliz? – Sobre o livro “Pinheiros, Oliveiras e Castanheiros”

O livro “Pinheiros, Oliveiras e Castanheiros”, de Manuel Branco Mendes (edição Espaço Ulmeiro), foi apresentado em 2024 mas só agora aludo a ele. A meu favor: o livro não se desactualiza, nem a sua leitura que, desde já, sugiro. Assim, presumo, também os comentários serão actuais pois tanto faz que fossem produzidos no ano passado, neste, ou no próximo. Talvez por isso fui adiando a escrita. [Texto de Nuno Caiado].

Duas pérolas

Entre Margens

Nós, os que não gostamos de ver metralhadoras no altar

… não é uma missa qualquer, é uma missa armada, com um bispo rodeado de soldados armados de metralhadoras. Percebo que se trata de uma missa de militares e polícias, todos filhos de Deus, evidentemente, todos fardados, celebrada pelo bispo Ordinário Castrense, um nome extraordinário que designa o bispo das forças armadas e das forças de segurança. [Texto de Nuno Caiado].

Duas pérolas

Entre Margens

O quinto mandamento: não matarás

as memórias, mesmo as horríveis que te magoaram no quarto escuro, no liceu, na cama, no duelo, no júri, na guerra, no fogo, no bombardeamento, na derrocada, no divórcio, na doença do teu pai, na morte da tua mãe, até mesmo na partida súbita e extemporânea da tua filha – porque precisarás delas todas para sobreviveres todos os dias. [Poema de Nuno Caiado].

Duas pérolas

Paz-Guerra, Júbilo-Esperança

O texto a seguir reproduzido tem como base a intervenção “A construção da paz, um nome para a esperança”, feita no dia 20 de Janeiro de 2025 nos Encontros de Santa Isabel (paróquia de Lisboa) sob o título “O júbilo e a esperança”. [Texto de Nuno Caiado].

Duas pérolas

Especulações sobre o meu avô

Visitação aos baús de família, à medida que o tempo e o esqueleto vão permitindo. É um espólio de diversas gerações feito de materiais que em si mesmo nada de valioso têm. Salvo excepções, é refugo que só o tempo torna precioso, porque indicia o que eram a família e a sociedade. [Texto de Nuno Caiado]

Duas pérolas

[Entre Margens]

Duas pérolas

Senhores e senhores, apresentam-se de seguida duas pérolas, retiradas de um caderninho designado “Pérolas de Maio”. Como decerto o leitor concordará, trata-se de pérolas de qualidade indiscutível, embora de natureza muito distinta. [Texto de Nuno Caiado]

Duas pérolas

[Entre Margens]

Décadas de quê? De atavismo

Escrevo de rajada, e possivelmente menos bem, porque fui assaltado por uma certa urgência depois de ler o boletim de Janeiro da paróquia de Santa Isabel – Lisboa, aonde fui à missa antecipada. Nele vem anunciado o habitual ciclo de encontros de Janeiro sob o lema “Discípulos de Jesus na Cidade.” Interessou-me em particular o quarto e último encontro no dia 29 de Janeiro, quinta-feira, com o atractivo título “Para uma pastoral urbana em Lisboa”. [Texto Nuno Caiado].

Duas pérolas

[Entre Margens]

De humilhação em humilhação

Escrevo-não-escrevo-escrevo-não-escrevo. Não-escrevo. Ou talvez escreva, afinal escrevo. Escrevo porque é saudável evacuar as humilhações, a elas e às suas sombras, que são as tristezas. Ficar a remoê-las faz mal à alma, e o que faz mal à alma repercute-se no corpo, e vice-versa, aliás. Não recomendo. [Texto de Nuno Caiado].

Seria um seminário feliz? – Sobre o livro “Pinheiros, Oliveiras e Castanheiros”

Memórias

Seria um seminário feliz? – Sobre o livro “Pinheiros, Oliveiras e Castanheiros”

O livro “Pinheiros, Oliveiras e Castanheiros”, de Manuel Branco Mendes (edição Espaço Ulmeiro), foi apresentado em 2024 mas só agora aludo a ele. A meu favor: o livro não se desactualiza, nem a sua leitura que, desde já, sugiro. Assim, presumo, também os comentários serão actuais pois tanto faz que fossem produzidos no ano passado, neste, ou no próximo. Talvez por isso fui adiando a escrita. [Texto de Nuno Caiado].

Duas pérolas

Entre Margens

Nós, os que não gostamos de ver metralhadoras no altar

… não é uma missa qualquer, é uma missa armada, com um bispo rodeado de soldados armados de metralhadoras. Percebo que se trata de uma missa de militares e polícias, todos filhos de Deus, evidentemente, todos fardados, celebrada pelo bispo Ordinário Castrense, um nome extraordinário que designa o bispo das forças armadas e das forças de segurança. [Texto de Nuno Caiado].

Duas pérolas

Entre Margens

O quinto mandamento: não matarás

as memórias, mesmo as horríveis que te magoaram no quarto escuro, no liceu, na cama, no duelo, no júri, na guerra, no fogo, no bombardeamento, na derrocada, no divórcio, na doença do teu pai, na morte da tua mãe, até mesmo na partida súbita e extemporânea da tua filha – porque precisarás delas todas para sobreviveres todos os dias. [Poema de Nuno Caiado].

Duas pérolas

Paz-Guerra, Júbilo-Esperança

O texto a seguir reproduzido tem como base a intervenção “A construção da paz, um nome para a esperança”, feita no dia 20 de Janeiro de 2025 nos Encontros de Santa Isabel (paróquia de Lisboa) sob o título “O júbilo e a esperança”. [Texto de Nuno Caiado].

Duas pérolas

Especulações sobre o meu avô

Visitação aos baús de família, à medida que o tempo e o esqueleto vão permitindo. É um espólio de diversas gerações feito de materiais que em si mesmo nada de valioso têm. Salvo excepções, é refugo que só o tempo torna precioso, porque indicia o que eram a família e a sociedade. [Texto de Nuno Caiado]

Últimas Notícias

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João da Cruz, o domínio do verso

Ano Jubilar de São João da Cruz (8)

João da Cruz, o domínio do verso novidade

Até Dezembro decorre o ano jubilar de São João da Cruz, celebrando o terceiro centenário da canonização e os 100 anos da sua proclamação como Doutor da Igreja Católica. O jubileu tem como lema “A esperança alcança tanto quanto espera” e propõe itinerários de renovação espiritual e mística. A propósito do ano jubilar, o 7MARGENS propõe mensalmente, aos dias 13/14 (assinalando o dia da sua morte, a 14 de Dezembro de 1591), um conjunto de textos do padre carmelita e teólogo Armindo Vaz. 

Um livro também nos pode revelar memórias

Trago comigo (16)

Um livro também nos pode revelar memórias novidade

Neste décimo sexto texto, e último dessa rubrica que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória, José Centeio, usando como pretexto o livro de Irene Vallejo “Manifesto pela Leitura”, revela-nos as suas memórias na descoberta da leitura e a sua paixão pelos livros.

Vinte e cinco anos depois

7Partidas

Vinte e cinco anos depois

Em 2001, vivíamos em San Francisco. Naquela segunda-feira, dia 11 de Setembro, fomos acordados pelo meu sogro, que nos ligava da Alemanha para avisar que os EUA estavam a ser atacados. Em San Francisco era ainda madrugada; em Nova Iorque passava das nove da manhã, e as duas torres já estavam a arder. [Texto de Helena Araújo].

A missão voltada para a habitação acessível

A missão voltada para a habitação acessível

A missão nasce de um coração capaz de olhar para os outros com esperança e responsabilidade, conforme considerava José Allamano, fundador dos Missionários e Missionárias da Consolata. Foi com o mesmo espírito que nasceu a Fundação Allamano, instrumento ao serviço, de modo particular, das pessoas em situação de maior vulnerabilidade.

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