
Ação Católica Rural (ACR) reuniu a sua 10.ª Assembleia de Delegados na Casa de Nossa Senhora do Socorro (Diocese de Aveiro), em Albergaria-a-Velha, nos dias 9 e 10 de julho. Foto © Roger Madureira/ACR/AE
A Ação Católica Rural (ACR) assumiu a necessidade de transformar a organização económica e social, no respeito pela natureza e a vida humana, na sua 10.ª Assembleia de Delegados, que decorreu em Albergaria-a-Velha, Aveiro.
“Vivemos uma mudança de época e não apenas uma época de mudanças. A consciência da dignidade da pessoa, da igual dignidade de todas as pessoas, exige a recriação de leis e propostas sociais; a urgência de rumos produtivos distintos, de organização de economias humanas, de conciliação com a natureza, pede comportamentos e planos novos”, refere a ACR, num comunicado enviado esta quarta-feira à Agência Ecclesia.
A nova equipa nacional deste movimento da Ação Católica foi eleita nesta assembleia, que escolheu ainda Ângela Almeida como presidente do movimento.
No encontro que decorreu no sábado e domingo passados, 9 e 10 de julho, na Casa de Nossa Senhora do Socorro (Diocese de Aveiro), foram eleitos ainda José António Rocha Silva (vice-presidente), Fátima Sá e Patrícia Alcobia (secretárias) e José Manuel Gouveia (tesoureiro). A equipa nacional, para o triénio 2022-2025, tem a tomada de posse marcada para 15 de outubro.
Durante este ano, o movimento pretende “acolher, dinamizar, participar e viver” a Jornada Mundial da Juventude 2023, que vai ter lugar em Lisboa, “como uma oportunidade suscitada pelo Espírito Santo”.










