O papel positivo das religiões na construção de uma fraternidade universal está longe de ser consensual e podemos até descortinar bastantes factos que apoiam a tese oposta.
O papel positivo das religiões na construção de uma fraternidade universal está longe de ser consensual e podemos até descortinar bastantes factos que apoiam a tese oposta.
Presumir a virtude do sujeito que detém o poder é, para além de naïf, algo injusto. Expor qualquer pessoa à possibilidade do poder sem limites (ainda que entendido como serviço) é deixá-la desamparada nas múltiplas decisões que tem de tomar com repercussões não só em si mesma, mas igualmente em terceiros. E também, obviamente, muito mais vulnerável para ceder a pressões, incluindo as da sua própria fragilidade.
Comungar obrigatoriamente na mão obrigar-nos-á a cuidar mais da reverência interior em relação ao sacramento, a termos mais atenção ao gesto, à própria limpeza das mãos. Levar-nos-á talvez a fazer mais atos de reparação e de louvor, por aqueles (às vezes nós) mais desatentos ou rotinizados. Mas não fará de nós mais ou menos pecadores do que éramos comungando na boca.
Quem está habituado a ver em tudo a mão de Deus e a procurar em tudo o Seu rosto não pode estranhar o confinamento nem todas as suas consequências. Pelo contrário, a visão espiritual dos acontecimentos parte sempre, em primeiro lugar, da sua aceitação integral como mistério.
O papel positivo das religiões na construção de uma fraternidade universal está longe de ser consensual e podemos até descortinar bastantes factos que apoiam a tese oposta.
Presumir a virtude do sujeito que detém o poder é, para além de naïf, algo injusto. Expor qualquer pessoa à possibilidade do poder sem limites (ainda que entendido como serviço) é deixá-la desamparada nas múltiplas decisões que tem de tomar com repercussões não só em si mesma, mas igualmente em terceiros. E também, obviamente, muito mais vulnerável para ceder a pressões, incluindo as da sua própria fragilidade.
Comungar obrigatoriamente na mão obrigar-nos-á a cuidar mais da reverência interior em relação ao sacramento, a termos mais atenção ao gesto, à própria limpeza das mãos. Levar-nos-á talvez a fazer mais atos de reparação e de louvor, por aqueles (às vezes nós) mais desatentos ou rotinizados. Mas não fará de nós mais ou menos pecadores do que éramos comungando na boca.
Quem está habituado a ver em tudo a mão de Deus e a procurar em tudo o Seu rosto não pode estranhar o confinamento nem todas as suas consequências. Pelo contrário, a visão espiritual dos acontecimentos parte sempre, em primeiro lugar, da sua aceitação integral como mistério.
Conferência europeia
Sinodalidade exige modos mais claros de consulta e participação na tomada de decisõesO batismo, a escuta, os relacionamentos e uma nova cultura de liderança estiveram no centro da Conferência Europeia sobre Sinodalidade, que reuniu, entre 14 e 17 de setembro, em Wels, na Áustria, 187 participantes de 31 países europeus, entre os quais quatro representantes da Equipa Sinodal da Conferência Episcopal Portuguesa.
Com transmissão televisiva
Vitorino Soares, novo bispo do Algarve, toma posse este sábadoVitorino Soares toma posse como bispo do Algarve este sábado, 19 de setembro, em cerimónia a realizar na Sé Catedral de Faro que será transmitida, a partir das 11h30, no canal de Youtube da diocese e no canal de televisão Canção Nova.
Desde 2001
“Um novo século de martírio”: Vaticano registou mais de 1.700 cristãos mortos por testemunharem a féA Comissão dos Novos Mártires – Testemunhas da Fé, criada pelo Papa Francisco em 2023, já registou mais de 1.700 cristãos mortos no século XXI, incluindo membros de Igrejas e comunidades não católicas.
Relatório
Espanha: ataques contra a liberdade religiosa cresceram 26 por cento em 2025A Espanha registou 306 ataques à liberdade religiosa durante o ano passado, o que representa um crescimento de 26 por cento em relação ao ano anterior.
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