Há pouco mais de 50 anos, chegado ao Gerês, Miguel Torga registava no seu Diário o que acabara de observar: “Horas seguidas a presenciar pelo caminho a crispação nacional ao volante, frenética, agressiva, criminosa. De quilómetro em quilómetro, um carro espatifado. Latas amolgadas, sangue…”








