Não é bonito dizer que tenho um familiar favorito, mas tal como Picasso fez na sua época áurea, vou quebrar os estereótipos e dizer que o meu bisavô é a melhor pessoa que alguma vez conheci.
Não é bonito dizer que tenho um familiar favorito, mas tal como Picasso fez na sua época áurea, vou quebrar os estereótipos e dizer que o meu bisavô é a melhor pessoa que alguma vez conheci.
Para além de “Não fales com estranhos”, “Nunca respondas aos teus professores” e “Não abras a porta a ninguém” um dos ensinamentos que mais me foram repetidos durante a infância foi “Não escolhas lados”. Os meus pais sempre me ensinaram que não me devo meter em...
Se há coisa que aprendemos com a pandemia é que o tempo passa depressa. Aprendemos que devemos ter mais calma, aproveitar os momentos com aqueles de quem mais gostamos, comer o que queremos, ver o pôr do sol e consumir tudo o que as redes sociais têm para dar, certo? Errado. Chegou a altura de desacelerar.
Todos sentimos o impacto da pandemia, seja por conhecermos alguma vítima ou algum familiar ter sido afetado, por termos ouvido dezenas de reportagens nos media sobre a crise económica ou até por, mais de um ano depois, ainda detestarmos as máscaras. Após quase dois anos de distanciamento, continua o receio de estar perto do outro, a tentação de evitar um café com alguém porque “não tem cuidado nenhum”, de nos afastarmos porque temos receio de levar o vírus para dentro das nossas casas.
Não é bonito dizer que tenho um familiar favorito, mas tal como Picasso fez na sua época áurea, vou quebrar os estereótipos e dizer que o meu bisavô é a melhor pessoa que alguma vez conheci.
Para além de “Não fales com estranhos”, “Nunca respondas aos teus professores” e “Não abras a porta a ninguém” um dos ensinamentos que mais me foram repetidos durante a infância foi “Não escolhas lados”. Os meus pais sempre me ensinaram que não me devo meter em...
Se há coisa que aprendemos com a pandemia é que o tempo passa depressa. Aprendemos que devemos ter mais calma, aproveitar os momentos com aqueles de quem mais gostamos, comer o que queremos, ver o pôr do sol e consumir tudo o que as redes sociais têm para dar, certo? Errado. Chegou a altura de desacelerar.
Todos sentimos o impacto da pandemia, seja por conhecermos alguma vítima ou algum familiar ter sido afetado, por termos ouvido dezenas de reportagens nos media sobre a crise económica ou até por, mais de um ano depois, ainda detestarmos as máscaras. Após quase dois anos de distanciamento, continua o receio de estar perto do outro, a tentação de evitar um café com alguém porque “não tem cuidado nenhum”, de nos afastarmos porque temos receio de levar o vírus para dentro das nossas casas.
Livro em cinco línguas
“Diário Privado do Papa Francisco” revelado em novembro novidadeEm italiano, francês, espanhol, inglês e português: é nestas cinco línguas, para 94 países, que será editado a 24 de novembro o diário do Papa Francisco, anotado pelo cardeal Víctor Manuel Fernández, pela Editora do Vaticano.
Testemunho
O hinduísmo do meu pai, Narana Coissoró, e as minhas raízes novidadeNarana Coissoró (3/10/1931-29/098/2026), antigo professor universitário e deputado do CDS, hindu, no Templo de Shree Mangesh (Goa, Índia). Foto do arquivo da família.
[Metáforas vivas]
Das cantigas de amigo à vinha novidadeEste texto corresponde à homilia de domingo, 4 de outubro, [domingo xxvii do tempo comum ― a ― 2026; 1º dia da semana da educação cristã; 800 anos da morte de S. Francisco], proferida pelo padre Joaquim Félix na igreja de S. Paulo, do Seminário Conciliar de Braga.
[Entre Margens]
Jesus salva-nos de nós mesmos novidadeUma das mais profundas obras de salvação realizadas por Jesus consiste em libertar-nos não apenas do pecado e da morte, mas também das falsas imagens que construímos acerca de Deus. Muitas vezes, consciente ou inconscientemente, projectamos sobre Deus os nossos medos, inseguranças e formas humanas de exercer o poder. [Texto de Vítor Rafael].
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