Integrado no desafio “Quanto tempo tenho que esperar para que a realidade se torne extraordinária?”, no contexto pandémico da covid-19, que se alastra dramaticamente em todo o mundo, ceifando milhares de vidas, resolvi centrar a minha atenção na CASA, sua ausência, sua presença. A CASA em que vivo, as várias casas onde estou, a CASA maior que é o planeta. A CASA vazia, deserta, virada ao avesso. O confinamento em CASA pode representar uma prisão ou um confronto connosco e mesmo a liberdade, o nosso direito de ir e vir, que agora não se vive na plenitude, guarda ressaibos de saudade.





