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Artigos de Fotografias de Ozias Filho
#o_avesso_da_casa

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Integrado no desafio “Quanto tempo tenho que esperar para que a realidade se torne extraordinária?”, no contexto pandémico da covid-19, que se alastra dramaticamente em todo o mundo, ceifando milhares de vidas, resolvi centrar a minha atenção na CASA, sua ausência, sua presença. A CASA em que vivo, as várias casas onde estou, a CASA maior que é o planeta. A CASA vazia, deserta, virada ao avesso. O confinamento em CASA pode representar uma prisão ou um confronto connosco e mesmo a liberdade, o nosso direito de ir e vir, que agora não se vive na plenitude, guarda ressaibos de saudade.

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Integrado no desafio “Quanto tempo tenho que esperar para que a realidade se torne extraordinária?”, no contexto pandémico da covid-19, que se alastra dramaticamente em todo o mundo, ceifando milhares de vidas, resolvi centrar a minha atenção na CASA, sua ausência, sua presença. A CASA em que vivo, as várias casas onde estou, a CASA maior que é o planeta. A CASA vazia, deserta, virada ao avesso. O confinamento em CASA pode representar uma prisão ou um confronto connosco e mesmo a liberdade, o nosso direito de ir e vir, que agora não se vive na plenitude, guarda ressaibos de saudade.

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Relatórios propõem leigos nas visitas ad limina e cuidado na aprovação de novos movimentos eclesiais

Grupos de estudo pós-Sínodo

Relatórios propõem leigos nas visitas ad limina e cuidado na aprovação de novos movimentos eclesiais novidade

O bispo diocesano deve convocar o seu povo para que este participe na redação do relatório sobre a situação da diocese a enviar à Santa Sé antes da visita ad limina, na qual se deve fazer acompanhar por alguns leigos, e a clarificação dos critérios de aprovação das formas emergentes de associações de leigos ou de vida consagrada são algumas das recomendações dos relatórios dos Grupos de Estudo 6 e 7.

Tudo é para sempre

[Entre Margens]

Tudo é para sempre novidade

Friedrich Nietzsche, na sua famosa teoria do eterno retorno, propôs que a existência de cada indivíduo se repete infinitamente até à eternidade. De facto, se concebermos o universo como infinito no tempo, é inevitável que concluamos que, o que quer que tenha alguma probabilidade de acontecer, mesmo a mais ínfima, não só já aconteceu infinitas vezes no passado como ocorrerá infinitas vezes no futuro. [Texto de Rúben Azevedo].

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