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Artigos de Guilherme d’Oliveira Martins
A Dignidade da pessoa humana como prioridade

A Dignidade da pessoa humana como prioridade

Na semana depois de Pentecostes é oportuno recordar a publicação da declaração Dignitas Infinita sobre a Dignidade Humana, elaborada durante cinco anos e divulgada pelo Dicastério para a Doutrina da Fé, pondo a tónica na dimensão universal, filosófica e antropológica, do respeito pela pessoa humana enquanto fator de salvaguarda dos direitos humanos, do primado da justiça e do reconhecimento de que todos os seres humanos como livres e iguais em dignidade e direitos.

A Dignidade da pessoa humana como prioridade

A família nos dias de hoje e não no passado

Quando dúvidas e confusões surgem no horizonte, importa deixar claro que a Constituição Pastoral Gaudium et Spes, aprovada pelo Concílio Vaticano II nos apresenta uma noção de família, que recusa uma ideia passadista e fechada, rígida e uniforme. Eis por que razão devemos reler os ensinamentos conciliares, de acordo com a atual perspetiva sinodal proposta pelo Papa Francisco, baseada na liberdade e na responsabilidade.

A Dignidade da pessoa humana como prioridade

E se S. Tomás vivesse nos dias de hoje?

Há anos, Umberto Eco perguntava: o que faria Tomás de Aquino se vivesse nos dias de hoje? Aperceber-se-ia de que “não poderia nem deveria elaborar um sistema definitivo, como uma arquitetura acabada, mas preferiria uma espécie de sistema móvel, uma Suma de folhas substituíveis, porque na sua enciclopédia das ciências entraria a noção de provisoriedade histórica. Diria, por certo, que deveria pensar outra coisa”. [Texto de Guilherme d’Oliveira Martins]

A Dignidade da pessoa humana como prioridade

O regresso da sombra da escravidão

Vivemos um tempo de grande angústia e incerteza. As guerras multiplicam-se e os sinais de intolerância são cada vez mais evidentes. A fim de ser concreta também a nossa Quaresma, o primeiro passo é querer ver a realidade. O direito internacional e a dignidade humana são desprezados. [O texto de Guilherme d’Oliveira Martins]

A Dignidade da pessoa humana como prioridade

Como é possível a Paz?

O Papa Francisco alerta-nos na Mensagem do Dia Mundial da Paz de 2024 para o facto de as máquinas inteligentes poderem “desempenhar as tarefas que lhes são atribuídas com uma eficiência cada vez maior, mas a finalidade e o significado das suas operações continuarão a ser determinados ou capacitados por seres humanos com o seu próprio universo de valores. (Guilherme d’Oliveira Martins).

Jacques Delors: Mais do que Europa

1925-2023

Jacques Delors: Mais do que Europa

Conheci Jacques Delors antes de se tornar mito. Foi a militância cristã que acompanhei desde os anos setenta. Conheci-o pessoalmente na passagem dos anos noventa para 2000. Falámos então sobre a herança de Emmanuel Mounier, sobre a Educação para o século XXI e sobre questões candentes na construção europeia, que muito o preocupavam, como o alargamento, o défice democrático e a perda na coesão económica e social. Em outubro de 2000, celebrámos na UNESCO em Paris, com Paul Ricoeur e Guy Coq os cinquenta anos do filósofo do “Traité du Caràctere”. (Um texto de Guilherme d’Oliveira Martins)

A Dignidade da pessoa humana como prioridade

Como recuperar a esperança?

Neste Advento, o mundo apresenta-se incerto, imprevisível e distante dos Evangelhos. Precisamos de sinais de esperança. No prefácio que a um livro da autoria do Papa João Paulo I, Albino Luciani, o cardeal D. José Tolentino Mendonça pergunta: “Qual é a tarefa do cristianismo após a fratura da modernidade?” 

A Dignidade da pessoa humana como prioridade

Lembrar o Padre Manuel Antunes

Começo por agradecer ao Professor José Eduardo Franco a iniciativa de fazer regressar aos nossos dias um mestre fundamental. O Padre Manuel Antunes teve um papel essencial, ainda antes de 1974, na preparação da democracia. Os seus textos são exemplo que não podemos esquecer. (Guilherme d’Oliveira Martins)

A Dignidade da pessoa humana como prioridade

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Na semana depois de Pentecostes é oportuno recordar a publicação da declaração Dignitas Infinita sobre a Dignidade Humana, elaborada durante cinco anos e divulgada pelo Dicastério para a Doutrina da Fé, pondo a tónica na dimensão universal, filosófica e antropológica, do respeito pela pessoa humana enquanto fator de salvaguarda dos direitos humanos, do primado da justiça e do reconhecimento de que todos os seres humanos como livres e iguais em dignidade e direitos.

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A família nos dias de hoje e não no passado

Quando dúvidas e confusões surgem no horizonte, importa deixar claro que a Constituição Pastoral Gaudium et Spes, aprovada pelo Concílio Vaticano II nos apresenta uma noção de família, que recusa uma ideia passadista e fechada, rígida e uniforme. Eis por que razão devemos reler os ensinamentos conciliares, de acordo com a atual perspetiva sinodal proposta pelo Papa Francisco, baseada na liberdade e na responsabilidade.

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E se S. Tomás vivesse nos dias de hoje?

Há anos, Umberto Eco perguntava: o que faria Tomás de Aquino se vivesse nos dias de hoje? Aperceber-se-ia de que “não poderia nem deveria elaborar um sistema definitivo, como uma arquitetura acabada, mas preferiria uma espécie de sistema móvel, uma Suma de folhas substituíveis, porque na sua enciclopédia das ciências entraria a noção de provisoriedade histórica. Diria, por certo, que deveria pensar outra coisa”. [Texto de Guilherme d’Oliveira Martins]

A Dignidade da pessoa humana como prioridade

O regresso da sombra da escravidão

Vivemos um tempo de grande angústia e incerteza. As guerras multiplicam-se e os sinais de intolerância são cada vez mais evidentes. A fim de ser concreta também a nossa Quaresma, o primeiro passo é querer ver a realidade. O direito internacional e a dignidade humana são desprezados. [O texto de Guilherme d’Oliveira Martins]

A Dignidade da pessoa humana como prioridade

Como é possível a Paz?

O Papa Francisco alerta-nos na Mensagem do Dia Mundial da Paz de 2024 para o facto de as máquinas inteligentes poderem “desempenhar as tarefas que lhes são atribuídas com uma eficiência cada vez maior, mas a finalidade e o significado das suas operações continuarão a ser determinados ou capacitados por seres humanos com o seu próprio universo de valores. (Guilherme d’Oliveira Martins).

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1925-2023

Jacques Delors: Mais do que Europa

Conheci Jacques Delors antes de se tornar mito. Foi a militância cristã que acompanhei desde os anos setenta. Conheci-o pessoalmente na passagem dos anos noventa para 2000. Falámos então sobre a herança de Emmanuel Mounier, sobre a Educação para o século XXI e sobre questões candentes na construção europeia, que muito o preocupavam, como o alargamento, o défice democrático e a perda na coesão económica e social. Em outubro de 2000, celebrámos na UNESCO em Paris, com Paul Ricoeur e Guy Coq os cinquenta anos do filósofo do “Traité du Caràctere”. (Um texto de Guilherme d’Oliveira Martins)

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Como recuperar a esperança?

Neste Advento, o mundo apresenta-se incerto, imprevisível e distante dos Evangelhos. Precisamos de sinais de esperança. No prefácio que a um livro da autoria do Papa João Paulo I, Albino Luciani, o cardeal D. José Tolentino Mendonça pergunta: “Qual é a tarefa do cristianismo após a fratura da modernidade?” 

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Últimas Notícias

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Inteligência lógica e emocional

[Entre Margens]

Inteligência lógica e emocional novidade

Li uma vez que Paulo Freire (educador e filósofo brasileiro, 1921-1997) fez um tipo de desafio com camponeses chilenos, pois “todos” dizem que lavradores são ignorantes e os “letrados” são “oooh! Incríveis!”, os “sabe-tudo”. O desafio era: 10 coisas que os camponeses saberiam fazer e ele, Paulo Freire, não – e vice-versa. [Texto de Denise Sabino, Porto Alegre |Brasil].

“Em que fonte procurámos saciar a nossa sede?”, perguntou o Papa à multidão

Missa na Praça da Concórdia

“Em que fonte procurámos saciar a nossa sede?”, perguntou o Papa à multidão novidade

Foi uma multidão eufórica que, neste sábado ao princípio da tarde, saudou o Papa Leão XIV, mal o papamóvel desembocou na rotunda do Arco do Triunfo, contornou o monumento e seguiu por uns Campos Elísios repletos de pessoas a agitar bandeirinhas. Demorou mais de meia hora até chegar à Praça da Concórdia, onde decorreu a celebração da Eucaristia.

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