Expomos neste artigo a dispersão das crenças religiosas dos portugueses nos últimos 120 anos, baseados nos censos da população, publicados pelo Instituto Nacional de Estatística no dia 23 de Novembro de 2022.
Expomos neste artigo a dispersão das crenças religiosas dos portugueses nos últimos 120 anos, baseados nos censos da população, publicados pelo Instituto Nacional de Estatística no dia 23 de Novembro de 2022.
Crise da Demografia Portuguesa (4)
Ainda há solução? – A demografia como prioridadeConcluímos com este texto a série de artigos que iniciámos sobre o tema «A crise da demografia portuguesa: Ainda há solução?». A dimensão histórico-crítica na abordagem dos fenómenos sociais é fundamental para identificar relações de causalidade e tendências sociais. Essa análise é ainda mais pertinente quando abordamos um tema pluri e transdisciplinar como a demografia, profundamente influenciada pela cultura, pela religião, pela economia, pela educação, pela situação geográfica, pelos recursos endógenos, pelo clima, pela orografia, pelas vias de comunicação, pelos modelos de administração e outras áreas
A crise da demografia portuguesa (3)
A evolução demográfica do país a partir da evolução dos concelhosSessenta anos de estagnação demográfica para três quartos do território criam condições para o envelhecimento e a ausência de juvenilização. E os municípios do chamado litoral começam a dar sinais de que a sua população jovem emigra também para os vários estrangeiros onde consegue sobreviver. Terceiro texto da série sobre a crise da demografia em Portugal.
A crise da demografia portuguesa (2)
A evolução demográfica regional e distritalNeste texto, analisamos alguns aspetos da demografia portuguesa no período 1864-2021 tomando como unidades de análise as NUT (Unidades de Tratamento Estatístico) de primeiro e de segundo nível e os distritos, estes não considerados como NUT’s nem pela Resolução CM 34/86, de 26/3, criando aquelas, nem pelo Decreto-Lei nº 46/89, de 15/2, que as reorganizou.
Damos aqui início a uma série de artigos sobre a demografia portuguesa, desde 1864, ano da publicação do primeiro Censo da População de Portugal. Procuraremos destacar os principais períodos demográficos, as suas causas e as suas consequências. Mais do que números – embora estes sejam a alma da estatística – interessa-nos a compreensão do que aconteceu e a projeção do futuro à luz dos factos. Restringimos a análise ao Portugal do Continente Europeu, que inclui a Madeira e os Açores.
Expomos neste artigo a dispersão das crenças religiosas dos portugueses nos últimos 120 anos, baseados nos censos da população, publicados pelo Instituto Nacional de Estatística no dia 23 de Novembro de 2022.
Crise da Demografia Portuguesa (4)
Ainda há solução? – A demografia como prioridadeConcluímos com este texto a série de artigos que iniciámos sobre o tema «A crise da demografia portuguesa: Ainda há solução?». A dimensão histórico-crítica na abordagem dos fenómenos sociais é fundamental para identificar relações de causalidade e tendências sociais. Essa análise é ainda mais pertinente quando abordamos um tema pluri e transdisciplinar como a demografia, profundamente influenciada pela cultura, pela religião, pela economia, pela educação, pela situação geográfica, pelos recursos endógenos, pelo clima, pela orografia, pelas vias de comunicação, pelos modelos de administração e outras áreas
A crise da demografia portuguesa (3)
A evolução demográfica do país a partir da evolução dos concelhosSessenta anos de estagnação demográfica para três quartos do território criam condições para o envelhecimento e a ausência de juvenilização. E os municípios do chamado litoral começam a dar sinais de que a sua população jovem emigra também para os vários estrangeiros onde consegue sobreviver. Terceiro texto da série sobre a crise da demografia em Portugal.
A crise da demografia portuguesa (2)
A evolução demográfica regional e distritalNeste texto, analisamos alguns aspetos da demografia portuguesa no período 1864-2021 tomando como unidades de análise as NUT (Unidades de Tratamento Estatístico) de primeiro e de segundo nível e os distritos, estes não considerados como NUT’s nem pela Resolução CM 34/86, de 26/3, criando aquelas, nem pelo Decreto-Lei nº 46/89, de 15/2, que as reorganizou.
Damos aqui início a uma série de artigos sobre a demografia portuguesa, desde 1864, ano da publicação do primeiro Censo da População de Portugal. Procuraremos destacar os principais períodos demográficos, as suas causas e as suas consequências. Mais do que números – embora estes sejam a alma da estatística – interessa-nos a compreensão do que aconteceu e a projeção do futuro à luz dos factos. Restringimos a análise ao Portugal do Continente Europeu, que inclui a Madeira e os Açores.
Viagem a França
Papa com críticas à eutanásia: “Não é possível aceitar como algo normal tirar a vida” novidadeO Papa apelou este domingo, no Santuário de Lourdes, em França, à valorização da vida em todas as suas fases, numa crítica indireta à recente legalização da eutanásia no país. “O que é legal não é necessariamente moral”, afirmou Leão XIV.
Em 17 de outubro
Arquitetura e artes para a liturgia: arcebispo de Braga convida para encontro novidadeArquitetos, engenheiros, artistas, presbíteros, responsáveis de comunidades paroquiais e todos os envolvidos na construção e adequação de espaços litúrgicos estão convidados a participar no I Encontro Diocesano de Arquitetura e Artes para a Liturgia, que se realiza no próximo dia 17 de outubro, em Braga.
[Fora de portas]
Em nome de Gaza… um convite a uma humanização da Humanidade novidadeEm quatro dias, o 7MARGENS confrontou-nos com cinco textos, todos eles a convocarem contra o nosso esquecimento – a “guerra dos petrodólares” impôs-se no quotidiano – para a existência do «povo mártir da Palestina», no dizer habitual de Yasser Arafat. [Texto de Mário Robalo].
[Entre Margens]
Inteligência lógica e emocional novidadeLi uma vez que Paulo Freire (educador e filósofo brasileiro, 1921-1997) fez um tipo de desafio com camponeses chilenos, pois “todos” dizem que lavradores são ignorantes e os “letrados” são “oooh! Incríveis!”, os “sabe-tudo”. O desafio era: 10 coisas que os camponeses saberiam fazer e ele, Paulo Freire, não – e vice-versa. [Texto de Denise Sabino, Porto Alegre |Brasil].
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