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Artigos de José Centeio
Automação: o futuro que nos bate à porta

Automação: o futuro que nos bate à porta

Estas mutações podem, e numa perspetiva mais otimista, trazer também inovação social. Deixo, para terminar, um exemplo recente de um café que no final do ano abriu na cidade de Tóquio. No café não existe qualquer pessoa, mas apenas robots que servem e se relacionam com os clientes. Contudo, e aqui reside a inovação, como os robots necessitam de vigilância à distância, esse trabalho é feito por pessoas com mobilidade reduzida a partir de casa.

Automação: o futuro que nos bate à porta

Automação: o futuro que nos bate à porta

Estas mutações podem, e numa perspetiva mais otimista, trazer também inovação social. Deixo, para terminar, um exemplo recente de um café que no final do ano abriu na cidade de Tóquio. No café não existe qualquer pessoa, mas apenas robots que servem e se relacionam com os clientes. Contudo, e aqui reside a inovação, como os robots necessitam de vigilância à distância, esse trabalho é feito por pessoas com mobilidade reduzida a partir de casa.

Últimas Notícias

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Rússia acusada de enviar à força cidadãos estrangeiros para combater na Ucrânia

Relatório divulgado hoje

Rússia acusada de enviar à força cidadãos estrangeiros para combater na Ucrânia

A Rússia tem recorrido a “práticas enganosas, coercivas e exploradoras para recrutar cidadãos estrangeiros para as suas forças armadas e enviá-los para combater na Ucrânia”, afirmou a Amnistia Internacional num relatório publicado hoje, dia 10 de setembro. No comunicado enviado à redação do 7MARGENS a organização adianta que tais práticas constituem, em muitos casos, “uma violação dos direitos humanos e um crime de tráfico de seres humanos”.

As pretas: o caminho é meu, o caminho é delas!

Trago comigo (15)

As pretas: o caminho é meu, o caminho é delas!

Publicamos, da autoria de Sara Jona Laisse, o décimo quinto texto dessa rubrica, que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória. Sara Laisse fala-nos de duas mulheres negras brasileiras: Ivone Lara e Nise da Silveira.

Deus morreu em Auschwitz?

[Entre Margens]

Deus morreu em Auschwitz?

Muitos filósofos e teólogos questionaram-se sobre a possibilidade de continuar a falar de Deus após a catástrofe do holocausto. A tragédia humana de tal genocídio foi tão avassaladora que se tornava intolerável pensar em Deus dentro dos parâmetros que as tradições religiosas e filosóficas nos legaram. O silêncio de Deus fora demasiado impressionante (e comprometedor) para passar despercebido sem beliscar a imagem que dele temos. [Texto de Jorge Paulo].

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