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Artigos de Sara Jona Laísse
Ali a culpa nunca foi solteira: os “nins” que nos habitam

[Moçambique, Margem Sul]

Ali a culpa nunca foi solteira: os “nins” que nos habitam

Assisti, à estreia, em Maputo, do filme intitulado “O Ancoradouro do tempo”. A realização é de Sol de Carvalho, num roteiro co-elaborado com Mia Couto, este último, autor do romance A Varanda do Frangipani, livro adaptado para a referida longa-metragem de 105 min. Trata-se de um filme com muitas camadas simbólicas, umas óbvias e outras por descortinar (porque mágicas ou simbólicas), o que faz dele um bom filme. [Texto de Sara Laísse].

“Sangue da vovó”: violência psicológica ou ser e não ser?

[Moçambique, margem Sul]

“Sangue da vovó”: violência psicológica ou ser e não ser?

Sangue da Vovó, uma produção da EKSPI e da Mozentretem, é título de uma longa-metragem moçambicana, dirigida por Gabriel Mondlane. O roteiro e a realização são co-criação desse director, com o escritor Mia Couto. Trata-se de uma adaptação literária para cinema do conto intitulado “Sangue da avó manchando a alcatifa”, do livro Cronicando, da autoria do mencionado escritor. O contexto representado é Moçambique. [Texto de Sara Laísse].

Doze casas, muitos corpos por explicar

[Moçambique, margem Sul]

Doze casas, muitos corpos por explicar

Falei há alguns dias, numa universidade em Lisboa, sobre a representação literária das Donas de Prazos na Zambézia, em Moçambique. Eram senhoras de poder: muitas delas mestiças – indo‑portuguesas, vindas de Goa ou descendentes de uniões com chefias locais – e também mulheres nativas que, por via da sucessão feminina prevista no regime dos prazos, herdavam terras extensas… [Texto de Sara Jona Laisse].

Lugar de honra, acolher Jesus e Hatoa: viver com gratidão, verdade e audácia

[Moçambique, margem Sul]

Lugar de honra, acolher Jesus e Hatoa: viver com gratidão, verdade e audácia

Sua Eminência Reverendíssima, Bispo D. João Carlos Hatoa Nunes é Arcebispo da Arquidiocese de Maputo. Eu já o conhecia, de perto, e gostava da sua pregação, sempre regada de aspectos das culturas locais de Moçambique, sobretudo a ronga, que é de Maputo, onde vivo. Entretanto, ele nasceu na Beira, lugar de outras culturas e saberes. Foi convidado a proferir uma palestra e a realizar a bênção do sacrário na Extensão de Maputo. [Texto de Sara Laísse].

Ali a culpa nunca foi solteira: os “nins” que nos habitam

[Moçambique, Margem Sul]

Ali a culpa nunca foi solteira: os “nins” que nos habitam

Assisti, à estreia, em Maputo, do filme intitulado “O Ancoradouro do tempo”. A realização é de Sol de Carvalho, num roteiro co-elaborado com Mia Couto, este último, autor do romance A Varanda do Frangipani, livro adaptado para a referida longa-metragem de 105 min. Trata-se de um filme com muitas camadas simbólicas, umas óbvias e outras por descortinar (porque mágicas ou simbólicas), o que faz dele um bom filme. [Texto de Sara Laísse].

“Sangue da vovó”: violência psicológica ou ser e não ser?

[Moçambique, margem Sul]

“Sangue da vovó”: violência psicológica ou ser e não ser?

Sangue da Vovó, uma produção da EKSPI e da Mozentretem, é título de uma longa-metragem moçambicana, dirigida por Gabriel Mondlane. O roteiro e a realização são co-criação desse director, com o escritor Mia Couto. Trata-se de uma adaptação literária para cinema do conto intitulado “Sangue da avó manchando a alcatifa”, do livro Cronicando, da autoria do mencionado escritor. O contexto representado é Moçambique. [Texto de Sara Laísse].

Doze casas, muitos corpos por explicar

[Moçambique, margem Sul]

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Falei há alguns dias, numa universidade em Lisboa, sobre a representação literária das Donas de Prazos na Zambézia, em Moçambique. Eram senhoras de poder: muitas delas mestiças – indo‑portuguesas, vindas de Goa ou descendentes de uniões com chefias locais – e também mulheres nativas que, por via da sucessão feminina prevista no regime dos prazos, herdavam terras extensas… [Texto de Sara Jona Laisse].

Lugar de honra, acolher Jesus e Hatoa: viver com gratidão, verdade e audácia

[Moçambique, margem Sul]

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Sua Eminência Reverendíssima, Bispo D. João Carlos Hatoa Nunes é Arcebispo da Arquidiocese de Maputo. Eu já o conhecia, de perto, e gostava da sua pregação, sempre regada de aspectos das culturas locais de Moçambique, sobretudo a ronga, que é de Maputo, onde vivo. Entretanto, ele nasceu na Beira, lugar de outras culturas e saberes. Foi convidado a proferir uma palestra e a realizar a bênção do sacrário na Extensão de Maputo. [Texto de Sara Laísse].

Últimas Notícias

Últimas Notícias

Os trajes de Viana

Trago comigo (14)

Os trajes de Viana novidade

Publicamos hoje o décimo quarto texto, da autoria de Celina Valente, da rubrica que intitulamos “Trago comigo”, remetendo para a ideia de alguma coisa pessoalmente significativa que cada qual guarda na sua memória. Celina Valente regressa às suas memórias sobre os trajes de Viana do Castelo feitos de sorrisos e algumas vezes de silêncio.

Os filhos por contrato

[Entre Margens]

Os filhos por contrato novidade

Um caso recentemente noticiado exemplifica bem até onde pode chegar o princípio em que se baseia a prática e legalização da chamada “gestação de substituição” (ou “barriga de aluguer). Como um dique que se abre e não permite deter uma torrente de água, esta é uma consequência lógica desse princípio: a redução de um filho e de uma mãe gestante a objeto de um contrato, a sua instrumentalização ou “coisificação” como meios e não como fins em si mesmos. [Texto de Pedro Vaz Patto].

“Tortura e genocídio” de palestinianos denunciados no novo livro de Francesca Albanese

Relatora especial da ONU

“Tortura e genocídio” de palestinianos denunciados no novo livro de Francesca Albanese novidade

A utilização sistemática da tortura por parte de Israel contra os palestinianos, em centros de detenção e não só, e a criação de um “ambiente de tortura” em todo o território palestiniano ocupado são o tema de Tortura e genocidio, o novo livro de Francesca Albanese, relatora especial das Nações Unidas para a situação dos direitos humanos nos territórios palestinianos ocupados.

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