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Artigos de Ruben Azevedo
Alma e neurobiologia

Alma e neurobiologia

Quem quer que se reconheça habitante de si mesmo e disso intua a evidência radical, não pode negar que a sua consciência seja algo mais do que o simples produto de uma mecânica estritamente biológica. É que existe a evidência fundamental, objetiva na subjetividade, de que uma interioridade existe. De que perceções percecionadas de um ponto de vista estritamente interior, subjetivo, existem. Isso é absolutamente incontornável.

Alma e neurobiologia

A favor do argumento ontológico

A realidade é um extraordinário abismo de Ilimitado em todas as direções e dimensões. É isto o Absoluto. Não tendo na sua constituição nenhuma descontinuidade, nenhum vazio absoluto (pois nele o nada absoluto [ou Nada] não pode simplesmente ter lugar), o Absoluto é plenitude de Ser. A isto se chega pela simples consideração de que o Nada, precisamente por ser Nada, não existe nem pode existir, pelo que sobra “apenas” aquilo que existe de facto, que é Tudo.

Alma e neurobiologia

A favor do argumento ontológico – evidência do Absoluto

A convicção que tenho de que a existência ou as existências particulares implicam inevitavelmente uma Existência Primeira necessariamente existente (Absoluta, Infinita, Eterna) não resulta apenas de derivação lógica por regressão dos efeitos às causas, do múltiplo ao uno. Isso seria muito pouco e ficar-se-ia pelo meramente esquemático. É mais do que isso: é uma forma de argumento ontológico.

Alma e neurobiologia

O mundo precisa (mesmo) de um milagre

Sim, sinto que o mundo precisa de um milagre. Um milagre que seja a revelação de um Milagre, isto é, que seja a revelação do verdadeiro Milagre, para toda a humanidade. Porque, como disse em 2017 o excelente padre Anselmo Borges numa entrevista ao jornal DN, precisamente a propósito das tradicionais celebrações das aparições marianas de Fátima, não há senão um e um só milagre: o milagre do Ser. Sim, o milagre da Existência de Tudo, o milagre que é existir algo em vez do nada.

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Alma e neurobiologia

Quem quer que se reconheça habitante de si mesmo e disso intua a evidência radical, não pode negar que a sua consciência seja algo mais do que o simples produto de uma mecânica estritamente biológica. É que existe a evidência fundamental, objetiva na subjetividade, de que uma interioridade existe. De que perceções percecionadas de um ponto de vista estritamente interior, subjetivo, existem. Isso é absolutamente incontornável.

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A favor do argumento ontológico

A realidade é um extraordinário abismo de Ilimitado em todas as direções e dimensões. É isto o Absoluto. Não tendo na sua constituição nenhuma descontinuidade, nenhum vazio absoluto (pois nele o nada absoluto [ou Nada] não pode simplesmente ter lugar), o Absoluto é plenitude de Ser. A isto se chega pela simples consideração de que o Nada, precisamente por ser Nada, não existe nem pode existir, pelo que sobra “apenas” aquilo que existe de facto, que é Tudo.

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A favor do argumento ontológico – evidência do Absoluto

A convicção que tenho de que a existência ou as existências particulares implicam inevitavelmente uma Existência Primeira necessariamente existente (Absoluta, Infinita, Eterna) não resulta apenas de derivação lógica por regressão dos efeitos às causas, do múltiplo ao uno. Isso seria muito pouco e ficar-se-ia pelo meramente esquemático. É mais do que isso: é uma forma de argumento ontológico.

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O mundo precisa (mesmo) de um milagre

Sim, sinto que o mundo precisa de um milagre. Um milagre que seja a revelação de um Milagre, isto é, que seja a revelação do verdadeiro Milagre, para toda a humanidade. Porque, como disse em 2017 o excelente padre Anselmo Borges numa entrevista ao jornal DN, precisamente a propósito das tradicionais celebrações das aparições marianas de Fátima, não há senão um e um só milagre: o milagre do Ser. Sim, o milagre da Existência de Tudo, o milagre que é existir algo em vez do nada.

Últimas Notícias

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Tudo é para sempre

[Entre Margens]

Tudo é para sempre

Friedrich Nietzsche, na sua famosa teoria do eterno retorno, propôs que a existência de cada indivíduo se repete infinitamente até à eternidade. De facto, se concebermos o universo como infinito no tempo, é inevitável que concluamos que, o que quer que tenha alguma probabilidade de acontecer, mesmo a mais ínfima, não só já aconteceu infinitas vezes no passado como ocorrerá infinitas vezes no futuro. [Texto de Rúben Azevedo].

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