Quem quer que se reconheça habitante de si mesmo e disso intua a evidência radical, não pode negar que a sua consciência seja algo mais do que o simples produto de uma mecânica estritamente biológica. É que existe a evidência fundamental, objetiva na subjetividade, de que uma interioridade existe. De que perceções percecionadas de um ponto de vista estritamente interior, subjetivo, existem. Isso é absolutamente incontornável.





