O Presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, vetou parcialmente um projecto de lei para perdoar dívidas fiscais das igrejas ao Estado. A medida obrigaria o Governo brasileiro a renunciar a um montante de pouco mais de 139 milhões de euros, beneficiando na sua maioria as igrejas evangélicas.
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil dissera no sábado que a Igreja Católica não participou na “elaboração, articulação, e discussão” do projecto de lei, opondo-se também a várias das suas propostas.
Os congressistas evangélicos são uma parte importante da coligação que apoia Bolsonaro, mas a sua administração alegou desta vez que não podia aprovar o perdão da dívida porque ele “poderia implicar um crime de responsabilidade por parte do Presidente da República”. Ler mais também aqui (em inglês).









