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A pergunta que temos de fazer… e a resposta que muda tudo

A pergunta que temos de fazer… e a resposta que muda tudo

Se há dois anos, precisamente no dia 23 de fevereiro, alguém vos tivesse dito que a Rússia estava prestes a invadir a Ucrânia, teriam acreditado? E agora, passados dois anos, continuam a espantar-se com esta guerra, ou estão literalmente fartos de saber dela e quase ousam esquecê-la?

Ainda as ausências. Ainda os silêncios. Muito do que falta escutar.

Ainda as ausências. Ainda os silêncios. Muito do que falta escutar.

Trata-se de olhar muito para lá dos debates da campanha eleitoral. Sobre esses, já muitas pessoas chamaram a atenção para o facto de haver temas fundamentais completamente ausentes. Por exemplo, o de saber se pode Portugal ter uma posição mais pró-activa na defesa da paz e do desarmamento.

Sinais de inquietação: a parte que nos cabe

Sinais de inquietação: a parte que nos cabe

Não faltam, nos dias que correm, motivos para as cidadãs e os cidadãos atentos estarem preocupados. Aproximam-se momentos decisivos quanto ao futuro, nomeadamente com as eleições legislativas de 10 de março e, três meses mais tarde, as eleições para o Parlamento Europeu.

Extermínio na Faixa de Gaza: não esqueceremos!

Extermínio na Faixa de Gaza: não esqueceremos!

A violência inominável com que as forças armadas israelitas têm levado a cabo o extermínio do povo palestino que habitava Gaza não tem paralelo com qualquer outra guerra contemporânea. A teoria que suporta o genocídio em curso é conhecida e há muito que foi desenvolvida nas altas esferas militares israelitas. Nunca se pensou que pudesse ser levada a cabo. Está a acontecer.

Menos deslumbramento pela tecnologia e mais respeito pelas pessoas

Menos deslumbramento pela tecnologia e mais respeito pelas pessoas

A história não era, até há pouco, amplamente conhecida. Terá começado antes do fim do século XX e prolongar-se-ia pela primeira década e meia do século seguinte. Durante este período, muitos chefes de postos de correio britânicos localizados em pequenas cidades ou em áreas rurais foram sendo acusados de roubo, fraude e falsificação de contabilidade financeira. As incriminações eram simples e iguais: tinham subtraído dinheiro das contas bancárias dos postos de correio que dirigiam.

A pergunta que temos de fazer… e a resposta que muda tudo

Eu, gulosa, me confesso

Quando me perguntam se gosto de comer, apetece-me responder como os miúdos, quando começam a aprender as subtilezas da língua: “Eu não gosto… [Pausa dramática] Eu adoro comer!”. Mas porque escrevo isto? Porque o Papa tem dedicado as suas catequeses semanais aos vícios e às virtudes. E a desta quarta-feira foi sobre – adivinhem – a gula, pois claro. Que não é considerada uma virtude.

Ainda as ausências. Ainda os silêncios. Muito do que falta escutar.

Para acabar com o inferno de Gaza

Como sair disto? As palavras não são minhas: “O ataque criminoso a Gaza não resolverá o massacre atroz que o Hamas executou.” E a solução para o conflito entre Israel e Palestina, não virá de “políticos corruptos” em Israel ou do Hamas. “Virá de nós, filhos e filhas das duas nações.”

A pergunta que temos de fazer… e a resposta que muda tudo

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Se há dois anos, precisamente no dia 23 de fevereiro, alguém vos tivesse dito que a Rússia estava prestes a invadir a Ucrânia, teriam acreditado? E agora, passados dois anos, continuam a espantar-se com esta guerra, ou estão literalmente fartos de saber dela e quase ousam esquecê-la?

Ainda as ausências. Ainda os silêncios. Muito do que falta escutar.

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Trata-se de olhar muito para lá dos debates da campanha eleitoral. Sobre esses, já muitas pessoas chamaram a atenção para o facto de haver temas fundamentais completamente ausentes. Por exemplo, o de saber se pode Portugal ter uma posição mais pró-activa na defesa da paz e do desarmamento.

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Não faltam, nos dias que correm, motivos para as cidadãs e os cidadãos atentos estarem preocupados. Aproximam-se momentos decisivos quanto ao futuro, nomeadamente com as eleições legislativas de 10 de março e, três meses mais tarde, as eleições para o Parlamento Europeu.

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A história não era, até há pouco, amplamente conhecida. Terá começado antes do fim do século XX e prolongar-se-ia pela primeira década e meia do século seguinte. Durante este período, muitos chefes de postos de correio britânicos localizados em pequenas cidades ou em áreas rurais foram sendo acusados de roubo, fraude e falsificação de contabilidade financeira. As incriminações eram simples e iguais: tinham subtraído dinheiro das contas bancárias dos postos de correio que dirigiam.

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Joana Lopes: 88 cravos à sua memória

[Entre Margens]

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No próximo Domingo, 11 de Outubro, Joana Lopes, que nos deixou a 5 de Fevereiro deste ano, completaria 88 anos. A Joana teve um papel importante na resistência católica contra a ditadura, tendo levado a cabo lutas muito importantes em que denunciava a guerra colonial. Tinha também uma atividade cívica intensa, assumindo a defesa de lutas políticas essenciais que não são menos importantes no nosso tempo. [Texto de Filipe Moisés].

Logo ao sair da água, viu os céus rasgarem-se …

[Arquipélago Jerusalém]

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Acordamos e consultamos as notícias e fica a impressão que o mundo está muito desarrumado e que somos impotentes para o modificar; que pouco podemos fazer contra a ideologia  trumpista, putinista e xijinpinguista – que mistura consumismo e força bruta: preciso de poder comprar o que quero e, se não puder comprar, posso tomá-lo à força. A propaganda alcança o seu fim quando já dispensamos o propagandista e passamos nós próprios a repeti-la. [Texto de Mendo Castro Henriques].

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