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Sinais dos tempos e sinodalidade – na Igreja e na sociedade

Sinais dos tempos e sinodalidade – na Igreja e na sociedade

Ao abrir um trajeto de três anos para uma Igreja Católica mais sinodal e, portanto, mais fiel ao Evangelho de Cristo Jesus, o Papa Francisco não deixa de apelar à paz nos quatro cantos do mundo e no coração de cada pessoa; não esquece o sofrimento, a indignidade e a crueldade com que são tratados tantos grupos humanos e tantos povos; nem os graves riscos de que sofre a nossa ‘casa comum’.

Inteligência artificial: o novo “deus” da tecnologia

Inteligência artificial: o novo “deus” da tecnologia

“Sobre a Inteligência Artificial importa questionar o impacto desta revolução tecnológica no meio ambiente e na sociedade. Já não se trata apenas de saber utilizar esta ferramenta, mas também e sobretudo porquê e para que fim.”

Deus abandonou-nos?…

Deus abandonou-nos?…

“Houve um tempo em que pensei ter esta geração “achado graça junto de Deus”. Os povos do Sul da América Latina libertaram-se das ditaduras militares e centenas de milhões na Europa do Leste puseram termo aos regimes comunistas que os sufocavam. Mas agora as notícias sobre o mau estado do mundo não são seguramente exageradas. Deus abandonou-nos?”

A democracia não é eterna

[À Margem]

A democracia não é eterna

“Sim. É preciso lutar pela ‘democracia de tradição europeia, liberal, plena e total’. Pode parecer um propósito inócuo, mas é uma tarefa urgente. É preciso que as últimas palavras não sejam as da intimidação e da violência.”

Sobre um sacrifício e a salvação do mundo

[À Margem]

Sobre um sacrifício e a salvação do mundo

É uma curta frase, numa das orações eucarísticas consagradas na liturgia católica: “Por este sacrifício de reconciliação, dai, Senhor, a salvação e a paz ao mundo inteiro.” O louvor de Deus “não é passivo, mas acção que procura transformar a realidade”. Perante tudo isto, não queremos salvar o mundo?

Sinais dos tempos e sinodalidade – na Igreja e na sociedade

A bispa Mariann e o Papa Francisco – profetas dos nossos dias

“Os gestos proféticos são cada vez mais precisos, nos tempos que correm. Quanto mais densa a escuridão da noite, mais intensa a luz que irradia das atitudes e vozes que, com desassombro, denunciam o que é moralmente intolerável. É por isso que se torna necessário estarmos atentos a esses gestos proféticos, reconhecendo-os e dando-os a conhecer.”

Inteligência artificial: o novo “deus” da tecnologia

Do Concílio Vaticano II ao Sínodo

Se o Concílio Vaticano II, convocado por João XXIII se erigiu como resposta da Igreja ao mundo moderno, este Sínodo erigiu-se em nome do povo de Deus, em nome das pessoas, como resposta à desesperança e ao sofrimento no seio da própria Igreja e das nossas sociedades. E se o povo da comunidade cristã são todos os que pelo batismo se tornaram seus membros de pleno direito, diria que filhos e filhas de Deus serão todos os que habitam esta “Casa Comum”.

Deus abandonou-nos?…

Senão parlamento, então o quê?…

A sinodalidade não deve levar a entender os encontros de católicos para refletir sobre a vida da Igreja e as prioridades da sua missão como um parlamento democrático. Muitos têm glosado estas afirmações. Mas, por vezes fico perplexo: porquê denegrir a instituição central da democracia?

Sinais dos tempos e sinodalidade – na Igreja e na sociedade

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Perseu declara-se vítima

Testemunho

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Escrevo como sobrevivente de abuso sexual na Igreja. Estive calado trinta e seis anos. Sou acompanhado há mais de oito. Não escrevo para defender a instituição, e nada lhe devo. Defendo duas coisas apenas: os sobreviventes e a Graça. [Testemunho de um sobrevivente de abuso sexual na Igreja Católica].

Telmo Ferraz (1925-2026), cem anos a espalhar profecia

Padre da Obra da Rua morreu

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O padre Telmo Ferraz, da Obra da Rua, celebra cem anos de vida e missão. Membro do clero da Diocese de Bragança-Miranda, nasceu no Mogadouro a 25 de novembro de 1925 e começou cedo o seu sacerdócio de rebeldia e compromisso social. Denunciava a tragédia humanitária provocada pelas condições péssimas em que viviam quantos davam a vida na construção de barragens naquele Trás-os-Montes longínquo e abandonado dos anos 1950. [Texto de Tony Neves]

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