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Que fizemos dos nossos irmãos?

Livro

Que fizemos dos nossos irmãos?

Defrontarmo-nos com “Miñan” é doloroso e desconcertante. Porém, partir do desconforto pode ser profundamente redentor se soubermos ver para lá das trevas, buscarmos a esperança para lá do fracasso e colocarmo-nos em movimento. Este livro, pequeno no tamanho, mas enorme no que nos obriga a pensar, precisa de ser lido e relido, como aconselhava o Papa Francisco. [Texto de Rui Marques]

“Miñan”, um livro que eu precisava de ler

“Miñan”, um livro que eu precisava de ler

“Quando li este livro pela primeira vez, o que mais me tocou foi a coisa invisível: o exercício da escuta. Este livro não é comum por muitos motivos, mas o que mais me comove é este: o que me é dado ler é ainda a reverberação de um tempo largo de escuta.” [Texto de Rui Santiago]

Católicos espanhóis defendem não-violência como resposta à guerra

Carta aberta

Católicos espanhóis defendem não-violência como resposta à guerra

Um grupo de pessoas de diferentes organizações espanholas ligadas à Igreja Católica e à promoção da não-violência ativa e da cultura de paz acabam de lançar um apelo à ação de bispos e todas as pessoas que têm algum tipo de responsabilidade pastoral a favor da “resposta não-violenta de Jesus”.

Que fizemos dos nossos irmãos?

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Que fizemos dos nossos irmãos?

Defrontarmo-nos com “Miñan” é doloroso e desconcertante. Porém, partir do desconforto pode ser profundamente redentor se soubermos ver para lá das trevas, buscarmos a esperança para lá do fracasso e colocarmo-nos em movimento. Este livro, pequeno no tamanho, mas enorme no que nos obriga a pensar, precisa de ser lido e relido, como aconselhava o Papa Francisco. [Texto de Rui Marques]

“Miñan”, um livro que eu precisava de ler

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“Quando li este livro pela primeira vez, o que mais me tocou foi a coisa invisível: o exercício da escuta. Este livro não é comum por muitos motivos, mas o que mais me comove é este: o que me é dado ler é ainda a reverberação de um tempo largo de escuta.” [Texto de Rui Santiago]

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“Faz o que o teu coração manda”

[Lugar (in)comum]

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“Faz o que o teu coração manda”. Oferecida ou vendida através do cinema, da literatura, da autoajuda e dos gurus das redes sociais, a expressão promete liberdade. No entanto, pela irresponsabilidade que traz em si, atrevo-me a dizer que pode ser uma das expressões mais infantis e inconsequentes da cultura contemporânea. [Texto de Júlia Costa]

Continuar a confiar

[Entre Margens]

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Há pessoas que entram em nossas vidas tão cedo e permanecem por tanto tempo que deixamos de imaginar a possibilidade de perdê-las – não pelo ciclo natural da vida, já explico. De certa forma os anos, por si mesmos, parecem constituir uma espécie de garantia, de blindagem dos laços. [Texto de Denise Sabino Villanova, Brasil].

Pós-17 de outubro: bispos franceses apelam à paz e ao diálogo sobre reivindicações justas

Tumultos em França

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“Junto com todos os fiéis rezamos para que os distúrbios cessem, para que as reivindicações justas sejam ouvidas e levadas em consideração e para que, por meio da prática do diálogo e do respeito à justiça, a paz possa regressar”, escrevem os bispos franceses num comunicado em que condenam “a espiral de violência” vivida em quase todas as cidades francesas no dia 17 de outubro.

Entre a guerra, o ébola e uma nova crise política, emergência humanitária intensifica-se na República Democrática do Congo

Fundação AIS denuncia

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A República Democrática do Congo (RDC) está a viver uma das fases mais delicadas dos últimos anos. No leste, a violência armada continua a provocar deslocações de populações e a dificultar o acesso aos cuidados de saúde; em várias regiões, o surto de ébola continua a agravar-se; e, em Kinshasa, cresce a tensão política em torno do futuro do Presidente Félix Tshisekedi.

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