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‘e’ de expressão – Onde é que está a linha que separa direito à liberdade de expressão e o ódio?

[Dicionário particular II]

‘e’ de expressão – Onde é que está a linha que separa direito à liberdade de expressão e o ódio?

A liberdade de expressão é um dos pilares fundamentais de qualquer sociedade democrática. Através dela é garantido o direito de cada cidadão expressar livremente as suas ideias, opiniões, crenças e sentimentos. Mas, este direito não é absoluto, e é na tentativa de traçar limites que surge um dos grandes dilemas da contemporaneidade. [Texto de Júlia Costa].

“Sangue da vovó”: violência psicológica ou ser e não ser?

[Moçambique, margem Sul]

“Sangue da vovó”: violência psicológica ou ser e não ser?

Sangue da Vovó, uma produção da EKSPI e da Mozentretem, é título de uma longa-metragem moçambicana, dirigida por Gabriel Mondlane. O roteiro e a realização são co-criação desse director, com o escritor Mia Couto. Trata-se de uma adaptação literária para cinema do conto intitulado “Sangue da avó manchando a alcatifa”, do livro Cronicando, da autoria do mencionado escritor. O contexto representado é Moçambique. [Texto de Sara Laísse].

” No verão sou jardineira “

[Nas margens da filosofia (LXXVII)]

” No verão sou jardineira “

Há anos que a nossa família tem por hábito passar o mês de Agosto numa casa de praia – no início, pais e filhos, depois acrescentaram-se os netos e, já há alguns anos, os   bisnetos. É uma altura animada, por vezes mesmo agitada devido à diferença de hábitos, de horários e de mentalidades. [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].

Sondar as trevas, em tempo de criação

[Crónica da Europa]

Sondar as trevas, em tempo de criação

Jorge Wemans propôs-nos no 7MARGENS um belo texto para refletir sobre o tempo de criação, a propósito da catástrofe dos incêndios em Portugal. É sobre um outro tipo de catástrofes que aqui quero falar. [Texto de Mendo Castro Henriques].

“b” de bombom – a Bondade inexplicável de Deus

[Dicionário particular II]

“b” de bombom – a Bondade inexplicável de Deus

“Saber que Deus, sendo infinito, escolhe relacionar-se connosco através de gestos pequenos, quase impercetíveis, fascina-me. É como se, em vez de exibir a Sua grandiosidade, preferisse oferecer-nos um simples bombom — um mimo inesperado, doce, gratuito.” – A letra “B” do Dicionário Particular de Júlia Costa

Doze casas, muitos corpos por explicar

[Moçambique, margem Sul]

Doze casas, muitos corpos por explicar

Falei há alguns dias, numa universidade em Lisboa, sobre a representação literária das Donas de Prazos na Zambézia, em Moçambique. Eram senhoras de poder: muitas delas mestiças – indo‑portuguesas, vindas de Goa ou descendentes de uniões com chefias locais – e também mulheres nativas que, por via da sucessão feminina prevista no regime dos prazos, herdavam terras extensas… [Texto de Sara Jona Laisse].

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A liberdade de expressão é um dos pilares fundamentais de qualquer sociedade democrática. Através dela é garantido o direito de cada cidadão expressar livremente as suas ideias, opiniões, crenças e sentimentos. Mas, este direito não é absoluto, e é na tentativa de traçar limites que surge um dos grandes dilemas da contemporaneidade. [Texto de Júlia Costa].

“Sangue da vovó”: violência psicológica ou ser e não ser?

[Moçambique, margem Sul]

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Sangue da Vovó, uma produção da EKSPI e da Mozentretem, é título de uma longa-metragem moçambicana, dirigida por Gabriel Mondlane. O roteiro e a realização são co-criação desse director, com o escritor Mia Couto. Trata-se de uma adaptação literária para cinema do conto intitulado “Sangue da avó manchando a alcatifa”, do livro Cronicando, da autoria do mencionado escritor. O contexto representado é Moçambique. [Texto de Sara Laísse].

” No verão sou jardineira “

[Nas margens da filosofia (LXXVII)]

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Há anos que a nossa família tem por hábito passar o mês de Agosto numa casa de praia – no início, pais e filhos, depois acrescentaram-se os netos e, já há alguns anos, os   bisnetos. É uma altura animada, por vezes mesmo agitada devido à diferença de hábitos, de horários e de mentalidades. [Texto de Luísa Ribeiro Ferreira].

Sondar as trevas, em tempo de criação

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Jorge Wemans propôs-nos no 7MARGENS um belo texto para refletir sobre o tempo de criação, a propósito da catástrofe dos incêndios em Portugal. É sobre um outro tipo de catástrofes que aqui quero falar. [Texto de Mendo Castro Henriques].

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“Saber que Deus, sendo infinito, escolhe relacionar-se connosco através de gestos pequenos, quase impercetíveis, fascina-me. É como se, em vez de exibir a Sua grandiosidade, preferisse oferecer-nos um simples bombom — um mimo inesperado, doce, gratuito.” – A letra “B” do Dicionário Particular de Júlia Costa

Doze casas, muitos corpos por explicar

[Moçambique, margem Sul]

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Falei há alguns dias, numa universidade em Lisboa, sobre a representação literária das Donas de Prazos na Zambézia, em Moçambique. Eram senhoras de poder: muitas delas mestiças – indo‑portuguesas, vindas de Goa ou descendentes de uniões com chefias locais – e também mulheres nativas que, por via da sucessão feminina prevista no regime dos prazos, herdavam terras extensas… [Texto de Sara Jona Laisse].

Últimas Notícias

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Logo ao sair da água, viu os céus rasgarem-se …

[Arquipélago Jerusalém]

Logo ao sair da água, viu os céus rasgarem-se …

Acordamos e consultamos as notícias e fica a impressão que o mundo está muito desarrumado e que somos impotentes para o modificar; que pouco podemos fazer contra a ideologia  trumpista, putinista e xijinpinguista – que mistura consumismo e força bruta: preciso de poder comprar o que quero e, se não puder comprar, posso tomá-lo à força. A propaganda alcança o seu fim quando já dispensamos o propagandista e passamos nós próprios a repeti-la. [Texto de Mendo Castro Henriques].

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