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“Arco”: imaginar o amanhã ainda é possível

Cinema

“Arco”: imaginar o amanhã ainda é possível

Há dias em que um homem olha para o céu e vê apenas previsão de chuva. E há dias em que olha e vê um arco-íris. A diferença entre as duas coisas, suspeito eu, não está propriamente na meteorologia, mas na disposição de espírito. [Texto de Vanderlei Tenório].

Mistagogia: por uma teologia poética na iniciação cristã (I)

[Ensaio]

Mistagogia: por uma teologia poética na iniciação cristã (I)

Da autoria do padre Joaquim Félix, o 7MARGENS publica, em duas partes, o Prefácio em jeito de ensaio ao livro “Mistagogia em tempos de secularização. A experiência mistagógica do século IV e o caminho de fé para a evangelização na contemporaneidade”, do diácono António Raimundo do Patriarcado de Lisboa. O livro, do Secretariado Nacional da Liturgia, acabou de sair e será apresentado na Feira do Livro de Lisboa.

Os irresponsáveis: lições de história contemporânea com ‘realistas’ em fundo

Livros

Os irresponsáveis: lições de história contemporânea com ‘realistas’ em fundo

Quem leu o primeiro Johann Chapoutot traduzido em Portugal – Livres de obedecer, Antígona, 2023 – terá sorrido ao aprender que a prática abjecta e infelizmente tornada corrente, até na administração pública, de chamar ‘colaborador’ ao trabalhador é uma criação de distinto nazi reciclado no pós-guerra e um dos gurus da moderna gestão, Reinhardt Höhn, jurista e general do exército do Reich. [Texto de João Santos].

O padre que “quase caiu das pernas” ao saber que seria bispo

Memórias Missionárias

O padre que “quase caiu das pernas” ao saber que seria bispo

Há livros que depressa ficam desatualizados e há aqueles que nunca perdem atualidade. Memórias Missionárias em Cabo Delgado, de D. Luiz Fernando Lisboa, pertence ao segundo grupo. Este bispo revela ao leitor de que forma o ardor missionário habita o seu coração desde cedo, sendo belo perceber o percurso que o leva até Moçambique.

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Estafetas no fio da navalha

[Entre Margens]

Estafetas no fio da navalha novidade

Há uma situação que, para mim, começa a ser difícil de explicar sem recorrer à ironia: centenas de estafetas têm conseguido, nos tribunais portugueses, o reconhecimento do seu vínculo laboral com as plataformas digitais. Ou seja, a Justiça diz, em determinadas decisões, que ali existe uma relação de trabalho. [Texto de Marcel Borges, presidente da Associação dos Imigrantes e Trabalhadores por Aplicação]

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