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No Líbano, ainda consigo pronunciar uma palavra: Esperança.

Testemunho

No Líbano, ainda consigo pronunciar uma palavra: Esperança.

“O conflito no Sul do Líbano evoluiu para uma guerra, com o aumento dos bombardeamentos, aumento da destruição, aumento das mortes. As pessoas estão em fuga. A minha família e eu somos algumas dessas pessoas em fuga.” – O testemunho de Mostafa, para ler no 7MARGENS

Houve outro Sínodo em Roma. E mostrou que os bispos talvez devessem praticar mais desporto

Na reta final dos trabalhos

Houve outro Sínodo em Roma. E mostrou que os bispos talvez devessem praticar mais desporto

Ao mesmo tempo que, paredes meias com a Basílica de São Pedro, a equipa de redação do Sínodo sobre a Sinodalidade se esforçava por terminar a maratona de emendas solicitadas ao documento final (mais de mil!), para que este pudesse ser votado ao longo deste sábado, 26 de outubro, fora dos muros do Vaticano, no Palácio de São Calisto, dezenas de atletas que sabem o que é correr uma maratona de verdade protagonizavam o primeiro Sínodo do Desporto… e davam testemunhos inspiradores.

Perguntar ofende?

Perguntar ofende?

Não era, afinal (e obviamente!), a Última Ceia. Os artistas que conceberam a abertura dos Jogos Olímpicos de Paris procuraram, naquele quadro, evocar o Olimpo. Não passou isso pela cabeça de muitos. Precipitaram-se a denunciar a blasfémia. Como era possível parodiar, aviltar a Última Ceia sentando naquela mesa sagrada drag queens? [Artigo de Ana Nunes de Almeida]

Levantar o punho. Os jogos de poder nas Olimpíadas

Livro de Jules Boykoff

Levantar o punho. Os jogos de poder nas Olimpíadas

Os Jogos Olímpicos são “absolutamente políticos” e dizer o contrário “é pura fantasia”, defende Jules Boycoff, numa investigação minuciosa, com os olhos postos nas populações afetadas das cidades escolhidas. Agora que se apaga a tocha olímpica em Paris, há que ler este livro para conhecermos os bastidores do que aí vem.

Carla Oliveira, atleta paralímpica de boccia: ”A vida é difícil com Deus, mas é muito mais difícil sem Ele”

Entrevista nas vésperas da partida para Paris

Carla Oliveira, atleta paralímpica de boccia: ”A vida é difícil com Deus, mas é muito mais difícil sem Ele”

Mãe, trabalhadora, atleta de alto rendimento. E com uma doença rara – distrofia muscular das cinturas – que não lhe permite andar, vestir-se ou comer sozinha. Pode parecer impossível, mas referimo-nos à mesma pessoa: Carla Oliveira, 35 anos, atual campeã europeia de boccia, que irá representar Portugal pela terceira vez nos Jogos Paralímpicos. Cristã evangélica, agradece todos os dias a Deus pela forma como a ajudou, e ajuda diariamente, a superar-se. E trabalha para que mais pessoas como ela, em particular as mulheres, acreditem que podem fazer o mesmo. Nas vésperas de partir para Paris, falou ao 7MARGENS sobre o seu percurso improvável.

Jesus foi protagonista nestes Jogos Olímpicos, muito além da cerimónia de abertura

Apesar da exigência de "neutralidade"

Jesus foi protagonista nestes Jogos Olímpicos, muito além da cerimónia de abertura

“Jesus is king, let’s go!” que é como quem diz “Jesus é rei, ‘bora lá!”. Talvez esta não fosse a frase que a maioria das pessoas esperasse ouvir do skater canadiano Cordano Russell antes de ele entrar em prova nos Jogos Olímpicos de Paris, mas foi precisamente isso que o jovem de 19 anos gritou no momento em que o apresentador dizia o seu nome e a câmara de TV estava apontada para ele. Surpreendentemente, ou não, esta foi apenas uma entre as incontáveis manifestações de fé da parte de atletas nestas Olimpíadas, depois de terem arrancado ensombradas pela polémica das “cenas de escárnio e zombaria do cristianismo” na cerimónia de abertura.

Em Paris, líderes de cinco religiões rezaram juntos pela trégua olímpica

Notre-Dame acolheu encontro

Em Paris, líderes de cinco religiões rezaram juntos pela trégua olímpica

Enquanto os líderes políticos um pouco por todo o mundo parecem ignorar o apelo a uma trégua olímpica, em Paris os representantes de cinco religiões – cristãos (ortodoxos, protestantes e católicos), judeus, muçulmanos, budistas e hindus – reuniram-se em frente à catedral de Notre-Dame para celebrar a fraternidade e rezar pela paz, que ainda acreditam ser possível. O encontro – expressamente solicitado pelo Comité Olímpico Internacional – aconteceu este domingo, 4 de agosto, e fez memória de uma cerimónia inter-religiosa que aconteceu nos Jogos de Paris, há precisamente cem anos.

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