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Luís Represas: Há nomes que parecem predestinados

Evocação

Luís Represas: Há nomes que parecem predestinados

“Há nomes que parecem predestinados, profecias registadas numa qualquer conservatória do registo civil. Luís Paulo Fontes Represas é um deles, uma biografia que parece ter sido escrita pela mecânica da água.” [Texto de Júlia Costa]

7MARGENS apela aos leitores para chegar ao fim do ano sem défice

Apoio urgente

7MARGENS apela aos leitores para chegar ao fim do ano sem défice

Para continuar a aprofundar o seu “o seu compromisso com o jornalismo rigoroso e de qualidade sobre as religiões e as espiritualidades, nas suas intersecções com os direitos humanos, a cultura e as grandes questões sociais do nosso tempo” o 7MAGENS precisa do apoio dos seus leitores. É por isso, como diz António Marujo, seu diretor, no vídeo em baixo que a direção decidiu “lançar uma campanha de recolha de fundos para chegar até final do ano sem défice”.

Seguir o rasto do ouro, desarmar a guerra no Sudão

Conflito com quatro anos

Seguir o rasto do ouro, desarmar a guerra no Sudão

O comércio ilegal de ouro é um dos fatores que alimentam a guerra civil que assola o Sudão há quatro anos. Trazer à luz este comércio, legal ou ilegal, será uma estratégia para revelar as responsabilidades internacionais que alimentam o conflito e exigir a eliminação das causas da guerra.

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Como matar um Dragão

[Arquipélago Jerusalém]

Como matar um Dragão novidade

Começam hoje, 18 de setembro, as eleições para a Duma russa, num país onde a guerra condiciona a vida política e onde o Kremlin procura impedir que o descontentamento se transforme em alternativa. Para situarmos estas eleições, nada melhor do que repetir uma anedota dos tempos soviéticos. [Texto de Mendo Castro Henriques].

A caminho de novas “demandas”

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No Movimento do Graal, tanto em Portugal como no âmbito internacional, a palavra “demanda” é estruturante para estarmos sintonizadas numa busca espiritual contínua e ativa “dos mistérios insondáveis de Deus”. Mesmo estando longe das pessoas com quem partilhei mais vivências nesta procura, sobretudo em Portugal, a dinâmica sobrevive e encontra sentido em novos contextos. [Texto de Marijke de Koning]

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