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As aventuras de Fernanda, emigrante portuguesa em Berlim

Sete Partidas

As aventuras de Fernanda, emigrante portuguesa em Berlim

Tinham pensado vir por cinco anos, e regressar depois a Portugal. Ao fim desse período ainda não tinham conseguido pagar os móveis que estavam em Portugal, não tinham conseguido ganhar o dinheiro necessário para regressar à pátria com desafogo. “Ou vamos agora, ou ficamos para sempre”, disseram – e ficaram. [Crónica de Helena Araújo, em Berlim]

Harmonia polifónica germano-turca em Berlim

Sete Partidas

Harmonia polifónica germano-turca em Berlim

Há duas semanas, houve em Berlim um concerto de enorme importância simbólica: HeimatDIALOG. Um projecto conjunto do meu coro Bancanta e do coro do Conservatório de Música Turca, de Berlin-Kreuzberg, combinando músicas da cultura ocidental e da cultura turca. [Texto de Helena Araújo].’

Da oração à acção, por esta ordem

7Partidas

Da oração à acção, por esta ordem

Os tumultos destes dias recordam uma viagem recente às Fiji. O texto foi escrito lá. Saiu agora da gaveta. A palavra Bula (diz-se Boo-lá) é invariavelmente o contacto primeiro com qualquer residente nas Fiji. Soa mesmo um simples Olá. A palavra designa vida. O que também nos remete para a saudação tantas vezes usada em Portugal do nosso “viva!”

Só Senhores

Só Senhores

Estávamos a falar de Alá, a andar de bicicleta. Do pouco que sei. Ela perguntou, nos seus curiosos 6 anos: Mãe, porque é que não há mulheres como Jesus, Alá e Buda? Porque é que são só senhores? Uma interrupção no caminho não deu hipótese a uma resposta. Fiquei à procura de uma, justa, mas não arrasadora, para voltar à conversa. [Texto de Inês Patrício, Berlim].

Podes voltar, amigo Jorge.

Podes voltar, amigo Jorge.

Hoje, mais do que nunca. Muitos dos que aqui vivem, precisam de ti. E de tantos como tu. Precisam muito do teu abraço. De muitos abraços solidários. Compreendo a incompreensão. Percebo a incredulidade. O desespero. A desesperança. Como chegaram os EUA a este momento da história que achámos apenas caber a outros? [Texto de Luís Castanheira Pinto].

Cabo Verde, o “Negro Manuel” e o Papa Francisco

Cabo Verde, o “Negro Manuel” e o Papa Francisco

No passado dia 21 de maio, foi publicado no Boletim Oficial de Cabo Verde o Voto de Pesar n.º 69/X/2025 pelo falecimento de Sua Santidade o Papa Francisco, aprovado por unanimidade no Parlamento cabo-verdiano. [Texto de Lígia Fonseca].

Purgatório: quando os mortos continuam a precisar de nós

Purgatório: quando os mortos continuam a precisar de nós

Este texto, publicado originalmente no blogue Dois Dedos de Conversa, de que Helena Araújo é autora, insere-se num projecto de escrita de um grupo de antigas autoras de blogues, que todas as semanas escrevem sobre um tema. [Texto de Helena Araújo].

O Ridículo e o decente

O Ridículo e o decente

O exercício era fazer rir. Não contar piadas, não preparar graças, não preparar o que quer que fosse. Era fazer rir, querer ser gostado, procurar muito, muito, ser gostado. E sempre, olhar, perceber as reações e respeitar o público. Foi um Workshop de Clown, num grupo de Teatro Universitário. Tão importante que foi. [Texto de Inês Patrício, Berlim]

As aventuras de Fernanda, emigrante portuguesa em Berlim

Sete Partidas

As aventuras de Fernanda, emigrante portuguesa em Berlim

Tinham pensado vir por cinco anos, e regressar depois a Portugal. Ao fim desse período ainda não tinham conseguido pagar os móveis que estavam em Portugal, não tinham conseguido ganhar o dinheiro necessário para regressar à pátria com desafogo. “Ou vamos agora, ou ficamos para sempre”, disseram – e ficaram. [Crónica de Helena Araújo, em Berlim]

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Há duas semanas, houve em Berlim um concerto de enorme importância simbólica: HeimatDIALOG. Um projecto conjunto do meu coro Bancanta e do coro do Conservatório de Música Turca, de Berlin-Kreuzberg, combinando músicas da cultura ocidental e da cultura turca. [Texto de Helena Araújo].’

Da oração à acção, por esta ordem

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Os tumultos destes dias recordam uma viagem recente às Fiji. O texto foi escrito lá. Saiu agora da gaveta. A palavra Bula (diz-se Boo-lá) é invariavelmente o contacto primeiro com qualquer residente nas Fiji. Soa mesmo um simples Olá. A palavra designa vida. O que também nos remete para a saudação tantas vezes usada em Portugal do nosso “viva!”

Só Senhores

Só Senhores

Estávamos a falar de Alá, a andar de bicicleta. Do pouco que sei. Ela perguntou, nos seus curiosos 6 anos: Mãe, porque é que não há mulheres como Jesus, Alá e Buda? Porque é que são só senhores? Uma interrupção no caminho não deu hipótese a uma resposta. Fiquei à procura de uma, justa, mas não arrasadora, para voltar à conversa. [Texto de Inês Patrício, Berlim].

Podes voltar, amigo Jorge.

Podes voltar, amigo Jorge.

Hoje, mais do que nunca. Muitos dos que aqui vivem, precisam de ti. E de tantos como tu. Precisam muito do teu abraço. De muitos abraços solidários. Compreendo a incompreensão. Percebo a incredulidade. O desespero. A desesperança. Como chegaram os EUA a este momento da história que achámos apenas caber a outros? [Texto de Luís Castanheira Pinto].

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No passado dia 21 de maio, foi publicado no Boletim Oficial de Cabo Verde o Voto de Pesar n.º 69/X/2025 pelo falecimento de Sua Santidade o Papa Francisco, aprovado por unanimidade no Parlamento cabo-verdiano. [Texto de Lígia Fonseca].

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O Ridículo e o decente

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O exercício era fazer rir. Não contar piadas, não preparar graças, não preparar o que quer que fosse. Era fazer rir, querer ser gostado, procurar muito, muito, ser gostado. E sempre, olhar, perceber as reações e respeitar o público. Foi um Workshop de Clown, num grupo de Teatro Universitário. Tão importante que foi. [Texto de Inês Patrício, Berlim]

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