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Uma Igreja Católica menos clerical, mais participada e transparente e mais próxima dos excluídos

Inquérito 7MARGENS

Uma Igreja Católica menos clerical, mais participada e transparente e mais próxima dos excluídos

O clericalismo e a participação dos fieis leigos constituem os dois polos de problemáticas mais destacados pelos 629 respondentes ao inquérito sobre perceções acerca da sinodalidade, realizado pelo 7MARGENS entre os seus leitores, na única pergunta de resposta aberta que inquiria: “Para que a Igreja Católica seja mais sinodal que seria prioritário fazer?”.

Isto para ser ateu, é preciso muita fé. Simon Conway Morris, Prémio Templeton 2026

[Crónica da Europa]

Isto para ser ateu, é preciso muita fé. Simon Conway Morris, Prémio Templeton 2026

Para ser ateu, é preciso muita fé é uma frase que não pretende ser uma provocação mas sim um teste de consistência. A frase obriga a perguntar que tipo de mundo estamos dispostos a aceitar como “auto-explicativo”. E, curiosamente, essa pergunta ganha outro peso quando é feita por alguém como Simon Conway Morris, recém-distinguido com o Templeton Prize. [Texto de Mendo Castro Henriques].

Uma Igreja Católica menos clerical, mais participada e transparente e mais próxima dos excluídos

Inquérito 7MARGENS

Uma Igreja Católica menos clerical, mais participada e transparente e mais próxima dos excluídos

O clericalismo e a participação dos fieis leigos constituem os dois polos de problemáticas mais destacados pelos 629 respondentes ao inquérito sobre perceções acerca da sinodalidade, realizado pelo 7MARGENS entre os seus leitores, na única pergunta de resposta aberta que inquiria: “Para que a Igreja Católica seja mais sinodal que seria prioritário fazer?”.

Isto para ser ateu, é preciso muita fé. Simon Conway Morris, Prémio Templeton 2026

[Crónica da Europa]

Isto para ser ateu, é preciso muita fé. Simon Conway Morris, Prémio Templeton 2026

Para ser ateu, é preciso muita fé é uma frase que não pretende ser uma provocação mas sim um teste de consistência. A frase obriga a perguntar que tipo de mundo estamos dispostos a aceitar como “auto-explicativo”. E, curiosamente, essa pergunta ganha outro peso quando é feita por alguém como Simon Conway Morris, recém-distinguido com o Templeton Prize. [Texto de Mendo Castro Henriques].

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