Eleições Legislativas

Comissão Justiça e Paz apela ao voto de “todos os cidadãos portugueses”

| 23 Fev 2024

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A Comissão Nacional Justiça e Paz (CNJP) apela a que “todos os cidadãos portugueses” votem nas próximas eleições legislativas de 10 de março, um “momento importante da nossa democracia e da nossa vida em sociedade”. Numa nota sobre o próximo ato eleitoral, a CNJP diz que “todos somos co-construtores do país que queremos e através do nosso voto expressamos a nossa visão e os nossos valores”.

No documento, a CNJP considera que “este é o tempo propício para desenhar soluções e abrir caminhos com visão de longo prazo que coloquem o bem comum e a dignidade da pessoa humana no centro das preocupações, olhando com particular atenção para os mais vulneráveis”.

“As eleições são uma oportunidade para cada um de nós decidir sobre os destinos do país e participar no exercício do poder. O voto é um dever e um direito conquistado que permite expressarmos o nosso compromisso com o bem comum. Portanto, não deve ser visto como um hábito ou motivado pelo desânimo, descrédito ou animosidade, mas deve ser livre, consciente, responsável e com um horizonte de esperança”, reitera este órgão. Contra a passividade e a abstenção, a CNJP afirma que este é “o tempo propício para recusar políticas assentes em discriminação e divisão e defender a existência de uma sociedade aberta e pluralista”.

Concluindo, o texto deixa outro desejo: “Que o dia 10 de março abra caminho para uma sociedade coesa, desenvolvida, de justiça e de paz”.

 

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“Se não prepararmos melhor o nosso Serviço Nacional de Saúde do ponto de vista de cuidados paliativos, não há maneira de ter futuro no SNS”, pois estaremos a gastar “muitos recursos” sem “tratar bem os doentes”. Quem é o diz é Catarina Pazes, presidente da Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos (APCP) que alerta ainda para a necessidade de formação de todos os profissionais de saúde nesta área e para a importância de haver mais cuidados de saúde pediátricos.

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Quem passar pela pequena zona ajardinada junto ao Centro Nacional Bahá’í, na freguesia lisboeta dos Olivais, vai encontrar dez árvores novas. São jacarandás e ciprestes, mas cada um deles tem nome de mulher e uma missão concreta: mostrar – tal como fizeram as mulheres que lhes deram nome – que a liberdade religiosa é um direito fundamental. Trata-se de uma iniciativa da Junta de Freguesia local, em parceria com a Comunidade Bahá’í, para homenagear as “dez mulheres de Shiraz”, executadas há 40 anos “por se recusarem a renunciar a uma fé que promove os princípios da igualdade de género, unidade, justiça e veracidade”.

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