Comunidade Hindu cede espaço para centro de vacinação contra a covid-19

| 3 Mar 2021

Vacinação contra a covid-19 no centro da Comunidade Hindu de Portugal em Telheiras, Lisboa. Foto: Direitos reservados

Vacinação contra a covid-19 no centro da Comunidade Hindu de Portugal em Telheiras, Lisboa. Foto: Direitos reservados

Cerca de 600 pessoas foram vacinadas contra a covid-19 nos últimos dois dias, no centro da Comunidade Hindu de Portugal (CHP) em Telheiras (Lisboa). O local foi escolhido pelo Aces (Agrupamento de Centros de Saúde) Lisboa Norte, em conjunto com a Câmara Municipal de Lisboa e a Junta de Freguesia do Lumiar para alargar os postos de vacinação contra a doença.

As instalações foram cedidas às autoridades de saúde pela própria CHP. “Já na primeira vaga tínhamos disponibilizado” o centro, diz ao 7MARGENS o vice-presidente da Comunidade, Ajit Hansraj: no ano passado, a CHP distribuiu mesmo mais de 10.000 refeições aos profissionais dos hospitais.

O gesto tem a ver com a espiritualidade do dharma hindu, diz Hansraj, referindo-se ao sentido de serviço que aquela expressão pretende traduzir.

No novo centro de vacinação, estarão a ser imunizadas pessoas com mais de 80 anos e com mais de 50 anos que sofram de alguma das quatro doenças identificadas no plano de vacinação: insuficiência cardíaca, doença coronária, insuficiência renal e doença pulmonar obstrutiva crónica ou doença respiratória crónica, segundo os critérios definidos no plano nacional.

Tal como nos restantes casos, a administração da vacina está sujeita a marcação, devendo as pessoas aguardar o contacto da respectiva autoridade de Saúde. As instalações estarão cedidas para a vacinação contra a covid-19 durante os próximos meses e espera-se que em breve a média de pessoas vacinadas diariamente passe de 300 para 500.

Apoie o 7MARGENS e desconte o seu donativo no IRS ou no IRC

“Seria grande caridade tratar do caso com urgência”

Cartas de Luiza Andaluz em livro

“Seria grande caridade tratar do caso com urgência” novidade

Preocupações com um homem que estava preso, com o funcionamento de uma oficina de costura para raparigas que não tinham trabalho, com a comida para uma casa de meninas órfãs. E também o relato pessoal de como sentiu nascer-lhe a vocação. Em várias cartas, escritas entre 1905 e 1971 e agora publicadas, Luiza Andaluz, fundadora das Servas de Nossa Senhora de Fátima, dá conta das preocupações sociais que a nortearam ao longo do seu trabalho e na definição do carisma da sua congregação.

Agenda

Fale connosco

Pin It on Pinterest

Share This