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Que fizemos dos nossos irmãos?

Livro

Que fizemos dos nossos irmãos?

Defrontarmo-nos com “Miñan” é doloroso e desconcertante. Porém, partir do desconforto pode ser profundamente redentor se soubermos ver para lá das trevas, buscarmos a esperança para lá do fracasso e colocarmo-nos em movimento. Este livro, pequeno no tamanho, mas enorme no que nos obriga a pensar, precisa de ser lido e relido, como aconselhava o Papa Francisco. [Texto de Rui Marques]

“Miñan”, um livro que eu precisava de ler

“Miñan”, um livro que eu precisava de ler

“Quando li este livro pela primeira vez, o que mais me tocou foi a coisa invisível: o exercício da escuta. Este livro não é comum por muitos motivos, mas o que mais me comove é este: o que me é dado ler é ainda a reverberação de um tempo largo de escuta.” [Texto de Rui Santiago]

o problema da imigração.

[Todo o dia é véspera]

o problema da imigração.

Esta rubrica toma de empréstimo um verso de Guimarães Rosa: todo o dia é véspera, para estes “pequenos poemas da nossa circunstância”.  ( https://setemargens.com/a-nossa-circunstancia-em-pequenos-poemas-mensais-de-luis-soares-barbosa-no-7margens/ )  e é publicada aos dias 24/25 de cada mês, assinalando a data da implantação da democracia em Portugal. [Luís Soares Barbosa].

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Que fizemos dos nossos irmãos?

Defrontarmo-nos com “Miñan” é doloroso e desconcertante. Porém, partir do desconforto pode ser profundamente redentor se soubermos ver para lá das trevas, buscarmos a esperança para lá do fracasso e colocarmo-nos em movimento. Este livro, pequeno no tamanho, mas enorme no que nos obriga a pensar, precisa de ser lido e relido, como aconselhava o Papa Francisco. [Texto de Rui Marques]

“Miñan”, um livro que eu precisava de ler

“Miñan”, um livro que eu precisava de ler

“Quando li este livro pela primeira vez, o que mais me tocou foi a coisa invisível: o exercício da escuta. Este livro não é comum por muitos motivos, mas o que mais me comove é este: o que me é dado ler é ainda a reverberação de um tempo largo de escuta.” [Texto de Rui Santiago]

o problema da imigração.

[Todo o dia é véspera]

o problema da imigração.

Esta rubrica toma de empréstimo um verso de Guimarães Rosa: todo o dia é véspera, para estes “pequenos poemas da nossa circunstância”.  ( https://setemargens.com/a-nossa-circunstancia-em-pequenos-poemas-mensais-de-luis-soares-barbosa-no-7margens/ )  e é publicada aos dias 24/25 de cada mês, assinalando a data da implantação da democracia em Portugal. [Luís Soares Barbosa].

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