Luís Soares Barbosa

E se confinássemos?

  A pergunta, reconheço, é desagradável. Por um lado, atravessamos um confinamento geral, decretado com pompa e circunstância, discursos inflamados e palavras grandiosas que muito prosaicamente se gastam, à força da repetição. Por outro, a tal desígnio parecem abundar as excepções. É o e-mail que assegura que a sua loja de electrodomésticos...

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