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Artigos de Luís Soares Barbosa
a importância que uma farda tem (1)

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“Tomo um verso de Guimarães Rosa: todo o dia é véspera, para breves glosas da nossa circunstância”, diz Luís Soares Barbosa, poeta e professor na Universidade do Minho, que a 24/25 de cada mês, assinalando a data da implantação da democracia em Portugal, publica um poema que é, “uma espécie de comentário sobre a nossa circunstância portuguesa”.

crise da habitação

[Todo o dia é véspera]

crise da habitação

Esta rubrica toma de empréstimo um verso de Guimarães Rosa: todo o dia é véspera, para estes “pequenos poemas da nossa circunstância” ( https://setemargens.com/a-nossa-circunstancia-em-pequenos-poemas-mensais-de-luis-soares-barbosa-no-7margens/ ) e é publicada aos dias 24/25 de cada mês, assinalando a data da implantação da democracia em Portugal.

o populista.

[Todo o dia é véspera]

o populista.

Um novo poema da rubrica que toma de empréstimo um verso de Guimarães Rosa: “todo o dia é véspera”. Um novo poema da rubrica que toma de empréstimo um verso de Guimarães Rosa: “todo o dia é véspera”. Da autoria de Luís Soares Barbosa.

o problema da imigração.

[Todo o dia é véspera]

o problema da imigração.

Esta rubrica toma de empréstimo um verso de Guimarães Rosa: todo o dia é véspera, para estes “pequenos poemas da nossa circunstância”.  ( https://setemargens.com/a-nossa-circunstancia-em-pequenos-poemas-mensais-de-luis-soares-barbosa-no-7margens/ )  e é publicada aos dias 24/25 de cada mês, assinalando a data da implantação da democracia em Portugal. [Luís Soares Barbosa].

Gato por lebre

Gato por lebre

Foi Churchill quem escreveu, em 1933, a propósito do genocídio arménio “a História procurará em vão a palavra Arménia”.  Exprimia assim a sua decepção com o Tratado de Lausanne que, ao firmar a paz com a Turquia, diplomaticamente apagara a referência a esse que foi o primeiro Holocausto do século XX. Decepção não apenas com o texto do Tratado, mas com o manto de esquecimento propositadamente vertido sobre a História em nome de cínicos interesses comerciais e geopolíticos. [Texto de Luís Soares Barbosa]

a importância que uma farda tem (1)

a importância que uma farda tem (1)

“Tomo um verso de Guimarães Rosa: todo o dia é véspera, para breves glosas da nossa circunstância”, diz Luís Soares Barbosa, poeta e professor na Universidade do Minho, que a 24/25 de cada mês, assinalando a data da implantação da democracia em Portugal, publica um poema que é, “uma espécie de comentário sobre a nossa circunstância portuguesa”.

crise da habitação

[Todo o dia é véspera]

crise da habitação

Esta rubrica toma de empréstimo um verso de Guimarães Rosa: todo o dia é véspera, para estes “pequenos poemas da nossa circunstância” ( https://setemargens.com/a-nossa-circunstancia-em-pequenos-poemas-mensais-de-luis-soares-barbosa-no-7margens/ ) e é publicada aos dias 24/25 de cada mês, assinalando a data da implantação da democracia em Portugal.

o populista.

[Todo o dia é véspera]

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Um novo poema da rubrica que toma de empréstimo um verso de Guimarães Rosa: “todo o dia é véspera”. Um novo poema da rubrica que toma de empréstimo um verso de Guimarães Rosa: “todo o dia é véspera”. Da autoria de Luís Soares Barbosa.

o problema da imigração.

[Todo o dia é véspera]

o problema da imigração.

Esta rubrica toma de empréstimo um verso de Guimarães Rosa: todo o dia é véspera, para estes “pequenos poemas da nossa circunstância”.  ( https://setemargens.com/a-nossa-circunstancia-em-pequenos-poemas-mensais-de-luis-soares-barbosa-no-7margens/ )  e é publicada aos dias 24/25 de cada mês, assinalando a data da implantação da democracia em Portugal. [Luís Soares Barbosa].

Gato por lebre

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Foi Churchill quem escreveu, em 1933, a propósito do genocídio arménio “a História procurará em vão a palavra Arménia”.  Exprimia assim a sua decepção com o Tratado de Lausanne que, ao firmar a paz com a Turquia, diplomaticamente apagara a referência a esse que foi o primeiro Holocausto do século XX. Decepção não apenas com o texto do Tratado, mas com o manto de esquecimento propositadamente vertido sobre a História em nome de cínicos interesses comerciais e geopolíticos. [Texto de Luís Soares Barbosa]

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