A uma semana do processo eleitoral mais importante das últimas três décadas no Chile, que definirá o destino da Constituição vigente desde 1980, e um ano depois das revoltas sociais de outubro de 2019, pelo menos 25 mil pessoas voltaram este domingo, 18 de outubro, às ruas da capital, Santiago, manifestando-se contra o Governo.
No meio dos protestos, duas igrejas do centro da cidade foram incendiadas: a Igreja da Assunção, uma das mais antigas da capital, e a Igreja de São Francisco de Borja, usada regularmente pelo corpo policial de “carabineros” para as suas cerimónias institucionais. Esta última foi também saqueada e algumas das suas imagens religiosas foram queimadas na rua. O arcebispo de Santiago, Celestino Aós, já emitiu um comunicado, divulgado no Youtube: “Basta, basta de violência. Não justifiquemos o injustificável”, apelou. Ler mais aqui.









