[Entre Margens]
Sínodo não tem princípio nem fim
O caminho sinodal não se limita a um momento específico, mas constitui um processo contínuo de escuta, empenhamento e participação. A Igreja permanece sempre em caminho, procurando reconhecer, à luz do Evangelho, os desafios do presente e as respostas que o Espírito Santo lhe inspira. [Texto de Joaquim Armindo].
[Entre Margens]
“Magnifica Humanitas”: a humanidade enquanto projecto em que a presença de Deus é o cerne
Esta primeira encíclica de Leão XIV situa-se na linhagem do pensamento social da Igreja Católica, começando por referir o primeiro texto que formula uma doutrina – a Rerum Novarum de Leão XIII, de 1891. Segue-se uma panorâmica da Doutrina Social da Igreja, da qual é apresentada uma brilhante e utilíssima síntese (§28-45), que vai até ao Papa Francisco. [Texto de Isabel Allegro Magalhães].
[Ensaio]
Mistagogia: por uma teologia poética na iniciação cristã (I)
Da autoria do padre Joaquim Félix, o 7MARGENS publica, em duas partes, o Prefácio em jeito de ensaio ao livro “Mistagogia em tempos de secularização. A experiência mistagógica do século IV e o caminho de fé para a evangelização na contemporaneidade”, do diácono António Raimundo do Patriarcado de Lisboa. O livro, do Secretariado Nacional da Liturgia, acabou de sair e será apresentado na Feira do Livro de Lisboa.
“Rostos e Rumos” na TSF
Alexandra Fernandes, a médica que escolheu tratar “os mais pobres dos pobres”
Sempre os mais pobres dos pobres nas suas preocupações: seja no trabalho como médica, seja no apoio que dá a profissionais de países desfavorecidos. Alexandra Fernandes, 61 anos, médica do Serviço Nacional de Saúde (SNS), foi a última entrevistada do programa Rostos e Rumos.
Bênção de Finalistas
“Que nunca nos falte a coragem de viver com propósito”
“Numa sociedade tantas vezes marcada pela pressa, pela incerteza e pelo individualismo, desejamos entrar na vida profissional e no futuro que nos espera com sentido de missão, conscientes da responsabilidade que temos para com os outros.” – O texto da finalista universitária Luísa Gilman
[Entre Margens]
O Papa e o algoritmo – uma oportunidade perdida
“Quando soube que o novo Papa tinha publicado uma encíclica dedicada à inteligência artificial, fiquei com uma pergunta que não consegui silenciar: porque é que isto era o mais urgente?” [Texto de João Wemans]
A encíclica lida pela IA
“Magnifica Humanitas”: quando Roma olha para os algoritmos
“Há um paradoxo silencioso no centro da encíclica Magnifica Humanitas, publicada a 15 de maio de 2026 pelo Papa Leão XIV: o documento que mais diretamente enfrenta a era digital é também, na sua estrutura e linguagem, profundamente anti-digital.” – Eis uma análise feita pela própria pela Inteligência Artificial (Claude) à nova encíclica.
Pessoas e organizações
Os magníficos humanos do Papa Leão
Em três parágrafos da nova encíclica, quando fala da grandeza e do coração humano por oposição aos seus limites, Leão XIV refere “mulheres corajosas e generosas”, mártires “da fraternidade e da justiça”, “testemunhas que encarnaram (…) a esperança do Evangelho e a dignidade humana” ou ainda os “‘mártires do quotidiano”.
Gratidão pelo documento
Conselho Mundial de Igrejas “aplaude e recomenda” encíclica de Leão XIV “a todas as pessoas”
Que a encíclica Magnifica Humanitas do Papa Leão XIV tenha um impacto tão grande no público global quanto a encíclica Laudato Si’ do Papa Francisco teve na questão da ecologia: é este o desejo do moderador do comité central do Conselho Mundial de Igrejas (CMI), o bispo Heinrich Bedford-Strohm.
[Entre Margens]
“Magnifica Humanitas”: a humanidade enquanto projecto em que a presença de Deus é o cerne
Esta primeira encíclica de Leão XIV situa-se na linhagem do pensamento social da Igreja Católica, começando por referir o primeiro texto que formula uma doutrina – a Rerum Novarum de Leão XIII, de 1891. Segue-se uma panorâmica da Doutrina Social da Igreja, da qual é apresentada uma brilhante e utilíssima síntese (§28-45), que vai até ao Papa Francisco. [Texto de Isabel Allegro Magalhães].
[Ensaio]
Mistagogia: por uma teologia poética na iniciação cristã (I)
Da autoria do padre Joaquim Félix, o 7MARGENS publica, em duas partes, o Prefácio em jeito de ensaio ao livro “Mistagogia em tempos de secularização. A experiência mistagógica do século IV e o caminho de fé para a evangelização na contemporaneidade”, do diácono António Raimundo do Patriarcado de Lisboa. O livro, do Secretariado Nacional da Liturgia, acabou de sair e será apresentado na Feira do Livro de Lisboa.
“Rostos e Rumos” na TSF
Alexandra Fernandes, a médica que escolheu tratar “os mais pobres dos pobres”
Sempre os mais pobres dos pobres nas suas preocupações: seja no trabalho como médica, seja no apoio que dá a profissionais de países desfavorecidos. Alexandra Fernandes, 61 anos, médica do Serviço Nacional de Saúde (SNS), foi a última entrevistada do programa Rostos e Rumos.
Bênção de Finalistas
“Que nunca nos falte a coragem de viver com propósito”
“Numa sociedade tantas vezes marcada pela pressa, pela incerteza e pelo individualismo, desejamos entrar na vida profissional e no futuro que nos espera com sentido de missão, conscientes da responsabilidade que temos para com os outros.” – O texto da finalista universitária Luísa Gilman
[Entre Margens]
O Papa e o algoritmo – uma oportunidade perdida
“Quando soube que o novo Papa tinha publicado uma encíclica dedicada à inteligência artificial, fiquei com uma pergunta que não consegui silenciar: porque é que isto era o mais urgente?” [Texto de João Wemans]
A encíclica lida pela IA
“Magnifica Humanitas”: quando Roma olha para os algoritmos
“Há um paradoxo silencioso no centro da encíclica Magnifica Humanitas, publicada a 15 de maio de 2026 pelo Papa Leão XIV: o documento que mais diretamente enfrenta a era digital é também, na sua estrutura e linguagem, profundamente anti-digital.” – Eis uma análise feita pela própria pela Inteligência Artificial (Claude) à nova encíclica.
Pessoas e organizações
Os magníficos humanos do Papa Leão
Em três parágrafos da nova encíclica, quando fala da grandeza e do coração humano por oposição aos seus limites, Leão XIV refere “mulheres corajosas e generosas”, mártires “da fraternidade e da justiça”, “testemunhas que encarnaram (…) a esperança do Evangelho e a dignidade humana” ou ainda os “‘mártires do quotidiano”.
Gratidão pelo documento
Conselho Mundial de Igrejas “aplaude e recomenda” encíclica de Leão XIV “a todas as pessoas”
Que a encíclica Magnifica Humanitas do Papa Leão XIV tenha um impacto tão grande no público global quanto a encíclica Laudato Si’ do Papa Francisco teve na questão da ecologia: é este o desejo do moderador do comité central do Conselho Mundial de Igrejas (CMI), o bispo Heinrich Bedford-Strohm.
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