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Jornadas Mundiais da Juventude são um “cató-pride” que mostram que a utopia é possível

Sociólogo francês ao 7MARGENS

Jornadas Mundiais da Juventude são um “cató-pride” que mostram que a utopia é possível

As Jornadas Mundiais da Juventude (JMJ) são um “cató-pride” dos jovens que participam, “porque manifestam um certo orgulho, afirmando pacificamente a sua identidade, cantando e tomando conta da cidade” onde decorrem. Um ano depois da JMJ de Lisboa, esta é uma das ideias do sociólogo francês Charles Mercier, 46 anos, professor na Universidade de Bordéus

Na JMJ de Lisboa, promoção de Portugal misturou-se com mensagem religiosa

Charles Mercier faz balanço um ano depois

Na JMJ de Lisboa, promoção de Portugal misturou-se com mensagem religiosa

Nas Jornadas Mundiais da Juventude (JMJ) há sempre tensões entre a organização local e o Vaticano: “À medida que a JMJ se aproxima, as tensões aumentam”, por causa das questões práticas, diz o sociólogo francês Charles Mercier, autor de um livro sobre a história das JMJ e que deu uma entrevista ao 7MARGENS, onde faz o balanço do que foi Lisboa 2023.

Jovens navegam pela paz no Mediterrâneo

Jubileu 2025

Jovens navegam pela paz no Mediterrâneo

Navegar pela paz, estabelecendo laços entre religiões e culturas, é o propósito formativo da viagem que o navio-escola Bel Espoir [Bela Esperança] vai realizar entre 1 de março e 26 de outubro de 2025 pelo Mediterrâneo.

Um ano após a improvável vinda à JMJ, jovens do Sudão do Sul continuam a viver “pequenos milagres”

Apesar da difícil situação no país

Um ano após a improvável vinda à JMJ, jovens do Sudão do Sul continuam a viver “pequenos milagres”

Há precisamente um ano, quatro jovens do Sudão do Sul desembarcavam no aeroporto de Lisboa, para aquela que seria a primeira participação de sempre de um grupo daquele país nas Jornadas Mundiais da Juventude (JMJ). Ao chegarem, depois de uma autêntica odisseia de obstáculos que pareciam intransponíveis, confessavam ao 7MARGENS: “Se nós conseguimos estar na JMJ, então nada é impossível”. Passado um ano, falámos com a missionária portuguesa que acompanhou o pequeno grupo a Lisboa.

Jovens bahá’ís dedicam férias de verão ao serviço comunitário

De norte a sul do país

Jovens bahá’ís dedicam férias de verão ao serviço comunitário

O período do verão é muitas vezes utilizado pelos jovens bahá’ís como uma oportunidade para dedicar tempo ao serviço, e este ano não está a ser diferente. A Caravana de Serviço, um projeto que reúne jovens de diversas localidades para atividades de serviço comunitário de norte a sul do país, começou com grande entusiasmo no final de junho com o evento Reconecta, realizado em Monchique, e já em julho com um  acampamento nacional, em Palmela.

Patriarcado de Lisboa funda Escola de Acompanhadores

No âmbito da pastoral juvenil

Patriarcado de Lisboa funda Escola de Acompanhadores

Visando formar pessoas especializadas e dedicadas ao acompanhamento de jovens, o Patriarcado de Lisboa encontra-se em processo de criação de uma Escola de Acompanhadores. Este novo percurso formativo, com a duração de dois anos, inicia-se em outubro e destina-se a pessoas com inserção pastoral, entre os 25 e os 50 anos, quer sejam leigos, padres, diáconos, consagrados ou consagradas.

Joaquim Azevedo: “A escola chama abandono ao que é um processo de exclusão”

Entrevista exclusiva

Joaquim Azevedo: “A escola chama abandono ao que é um processo de exclusão”

Sem papas na língua e sem esmorecimento, Joaquim Azevedo acaba de publicar um livro (Modo de produção da exclusão escolar – olhar a escola a partir dos excluídos) que tem tanto de desafiante como de provocatório. Nesta entrevista exclusiva ao 7MARGENS, o investigador e professor jubilado da Universidade Católica, antigo governante e protagonista do ensino profissional, explica como funcionam os mecanismos de exclusão, mas também dá chaves para encontrar caminhos de saída … as quais serão aprofundadas num segundo volume que, desde já, anuncia.

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