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O testemunho das Comboni Girls, no Sudão do Sul

Visita à prisão feminina

O testemunho das Comboni Girls, no Sudão do Sul

“A visita à prisão feminina abriu os nossos olhos para o sofrimento, a dor e as injustiças que muitas mulheres enfrentam. Ao mesmo tempo, recordou-nos a importância da misericórdia, da justiça, da reconciliação e do apoio às pessoas esquecidas pela sociedade.” – O testemunho de um grupo de jovens acompanhadas pelas missionárias combonianas no Sudão do Sul

Como uma casa pintada se pode confundir com o acto de pintar uma casa

Como uma casa pintada se pode confundir com o acto de pintar uma casa

Não conheço D. Américo Aguiar, nem sequer nunca privei com ele. A seu favor tenho dois argumentos: a minha plena crença na inteligência e no ministério do Papa Francisco, que agora o nomeou cardeal e a afirmação proferida pelo próprio de que a JMJ só teria sentido se depois tudo for diferente. Neste tempo especial em que ocorreu a JMJ, surgiu uma pretensa polémica que nos quer desviar o olhar do essencial. Afinal o que se pretende com a JMJ? Dar uma pintura na nossa casa ou habitar uma casa pintada?

À flor da pele, uma imensa comoção; por debaixo, a prudência e os desafios

À flor da pele, uma imensa comoção; por debaixo, a prudência e os desafios

À flor da pele nestes dias que se assemelham a revolucionários, sobrevém uma tal comoção geral que não deixa de ser surpreendente. Parecem revolucionários porque em Lisboa as ruas e os jardins estão (muito) cheios e as igrejas estão (muito) cheias de jovens de todas as idades, cores, géneros e feitios, de muitas línguas e bandeiras respirando-se uma insólita atmosfera de festa, de grande alegria e de esperança.

JMJ: dez notas ao cair do pano

Editorial - do medo ao sonho

JMJ: dez notas ao cair do pano

No fecho de uma intensa semana de surpresas, descobertas, gestos e, sobretudo, muitas emoções, há que dar tempo para assimilar tudo o que aconteceu. Mas pode-se já alinhavar algumas reflexões, notas conclusivas e, igualmente, interrogações, sob a forma de palavras-chave.

2027, vemo-nos em Seul

Sede da próxima JMJ

2027, vemo-nos em Seul

Hong Minji, 28 anos, sul-coreana de Seul, quer que os jovens do mundo inteiro vão experimentar a cultura e a paixão do seu país, daqui a quatro anos: pouco depois do final da missa de envio da JMJ de Lisboa, o Papa Francisco anunciou que Seul acolherá a próxima Jornada Mundial da Juventude (JMJ), em 2027.

No “Woodstock católico” cabe a música, a oração, a ecologia e até o diálogo com marxistas

A diversidade que encheu a JMJ

No “Woodstock católico” cabe a música, a oração, a ecologia e até o diálogo com marxistas

A sessão com Walter Baier, promovida pela Dialop – Rede de diálogo entre cristãos e marxistas impulsionada pelo Papa Francisco – foi uma das múltiplas iniciativas que, durante esta semana de JMJ, encheu Lisboa de debates, concertos, encontros, orações, exposições. Mas, provavelmente, foi a música que ficou a ganhar na lista incontável de iniciativas do Festival da Juventude na JMJ.

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