
Os dirigentes da União das Misericórdias Portuguesas e da Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade consideram que “esta decisão da PGR é também uma medida de proteção para os dirigentes e trabalhadores das estruturas residenciais”. Foto © Interstid.
A União das Misericórdias Portuguesas (UMP) e a Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade (CNIS) “saúdam a decisão de centralizar no Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP) o inquérito de processos relativos a suspeitas de maus-tratos à população idosa residente em lares”. Ambas as organizações consideram que esta decisão da Procuradoria-Geral da República (PGR) “é muito importante”.
Em comunicado enviado ao 7MARGENS esta quarta-feira, 12 de abril, os dirigentes da UMO e da CNIS reconhecem nesta decisão “uma maior preocupação com o bem-estar da população idosa” e sublinham que é “importante uma maior fiscalização, sobretudo decisiva em estruturas que funcionam fora da cooperação”.
A nota à imprensa realçam ainda que “esta decisão da PGR é também uma medida de proteção para os dirigentes e trabalhadores das estruturas residenciais, que interagem e apoiam diariamente esta população e os seus familiares e que por vezes são colocados, de forma primária, em situação muito difícil”.










