
Na sua primeira mensagem como arcebispo de Braga, D. José Cordeiro saudou “doentes, reclusos, pobres, pessoas com deficiência, desempregados, migrantes, minorias étnicas e todos os mais velhos e mais sós que sofrem e vivem nas periferias existenciais”. Foto © SDCS Bragança-Miranda.
O novo arcebispo de Braga, D. José Cordeiro, saudou a sua nova diocese manifestando a vontade de construir uma “Igreja em saída” missionária e “uma Igreja sinodal samaritana de portas abertas para todos”. O até agora bispo de Bragança-Miranda propõe as atitudes de escuta, conversão, confiança, comunhão, coragem criativa e oração como “caminhos sempre a percorrer no processo sinodal para uma Igreja de hoje”.
A nomeação do novo arcebispo de Braga, noticiada em primeira mão pelo 7MARGENS, foi anunciada nesta sexta-feira, 3 de Dezembro, às 11 da manhã de Lisboa (meio-dia em Roma, hora a que o Vaticano informa as nomeações). Na sua mensagem, D. José Cordeiro recorda a relação entre as dioceses de Bragança-Miranda e de Braga, da qual aquela nasceu em 1545.
Na mensagem, enviada ao 7MARGENS, o novo arcebispo dirige-se em concreto a vários sectores da Igreja: clero, congregações religiosas, leigos, movimentos católicos e jovens. Também os “doentes, reclusos, pobres, pessoas com deficiência, desempregados, migrantes, minorias étnicas e todos os mais velhos e mais sós que sofrem e vivem nas periferias existenciais e numa crescente globalização da indiferença” merecem uma palavra de saudação do novo arcebispo.









